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Evidenciação do capital intelectual nas empresas do segmento de papel e celulose, registradas na BOVESPA

EVIDENCIAÇÃO DO CAPITAL INTELECTUAL NOS - XX ENGEMA

Evidenciação do capital intelectual nas empresas do segmento de papel e celulose, registradas na BOVESPA ótica da evidenciação voluntária dos elementos do Capital Intelectual nos Relatórios da Administração disponibilizados pelas companhias, utilizando como  Resumo O Capital Intelectual (CI), nos últimos anos, tornou se mais relevante para as organizações É notório que sua evidenciação interfira como nova fonte   Evidenciação do Capital

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do capital intelectual nas empresas do segmento de papel e celulose,

Description

Evidenciação do capital intelectual nas empresas do segmento de papel e celulose,

registradas na BOVESPA Thaiseany de Freitas Rêgo (UnB/UFPB/UFRN)

tem-se percebido uma maior preocupação,

por parte dos profissionais que atuam na área contábil,

no que diz respeito ao reconhecimento e a forma de evidenciação do capital intelectual das empresas.

Nesse contexto,

o capital intelectual pode ser entendido como a diferença positiva,

existente entre o valor de mercado e o valor contábil de uma empresa,

e o mesmo pode ser expresso em termos numéricos ao levar-se em consideração o capital humano,

estrutural e de relacionamento de uma empresa.

Diante disso,

o presente artigo teve como objetivo verificar se as empresas do segmento de papel e celulose,

que possuem suas ações negociadas na BOVESPA,

estão evidenciando seu capital intelectual.

Para isso,

fez-se necessário à utilização e análise dos documentos relativos às notas explicativas e aos relatórios da administração das empresas que se enquadradas no segmento de papel e celulose,

Por fim,

dentre os resultados encontrados,

percebeu-se que são sete as empresas que se enquadram registradas no referido segmento,

e que todas as empresas evidenciam,

informações relativas ao capital intelectual,

estando 16% delas apresentadas por meio de notas explicativas e a maioria,

destacando-se que as empresas de maior faturamento tendem a evidenciar uma maior quantidade de informações relacionadas com a formação do capital intelectual.

Palavras-chave: Segmento de papel e celulose.

Evidenciação.

Capital intelectual.

Área temática: Gestão do Conhecimento e Capital Intelectual

XV Congresso Brasileiro de Custos – Curitiba,

Brasil,

Evidenciação do capital intelectual nas empresas do segmento de papel e celulose,

registradas na BOVESPA Resumo Com as modificações sociais advindas do processo de globalização dos mercados e o conseqüente desenvolvimento da denominada “Era do conhecimento”,

tem-se percebido uma maior preocupação,

por parte dos profissionais que atuam na área contábil,

no que diz respeito ao reconhecimento e a forma de evidenciação do capital intelectual das empresas.

Nesse contexto,

o capital intelectual pode ser entendido como a diferença positiva,

existente entre o valor de mercado e o valor contábil de uma empresa,

e o mesmo pode ser expresso em termos numéricos ao levar-se em consideração o capital humano,

estrutural e de relacionamento de uma empresa.

Diante disso,

o presente artigo teve como objetivo verificar se as empresas do segmento de papel e celulose,

que possuem suas ações negociadas na BOVESPA,

estão evidenciando seu capital intelectual.

Para isso,

fez-se necessário à utilização e análise dos documentos relativos às notas explicativas e aos relatórios da administração das empresas que se enquadradas no segmento de papel e celulose,

Por fim,

dentre os resultados encontrados,

percebeu-se que são sete as empresas que se enquadram registradas no referido segmento,

e que todas as empresas evidenciam,

informações relativas ao capital intelectual,

estando 16% delas apresentadas por meio de notas explicativas e a maioria,

destacando-se que as empresas de maior faturamento tendem a evidenciar uma maior quantidade de informações relacionadas com a formação do capital intelectual.

Palavras-chave: Segmento de papel e celulose.

Evidenciação.

Capital intelectual.

Área Temática: Gestão do Conhecimento e Capital Intelectual.

Introdução

Os processos de fusões e incorporações ocorridos a partir da década de 80 evidenciaram que em algumas transações o mercado validou o patrimônio das empresas em valores superiores ao valor contábil,

que foi vendida por R$ 900 milhões quando seu patrimônio equivalia a 30% deste (MARION,

2007).

Em muitas situações,

a explicação para tal diferença é apontada como resultado dos ativos intangíveis presentes no patrimônio avaliado.

Apesar dos registros sobre a preocupação de identificar e mensurar os patrimônios intangíveis datarem de séculos,

e a própria contabilidade discuti-la desde o início do século XX,

talvez por atingirem cifras de bilhões de dólares,

os estudiosos passaram a se preocupar ainda mais com o tema.

O mercado mostrou que os investidores vêem além do patrimônio físico.

O valor de uma empresa não é mensurado exclusivamente com base nos elementos tangíveis.

Transações comprovam que em alguns casos o patrimônio físico era o que menos valia no processo de negociação.

Ou seja,

o valor da empresa estava no patrimônio invisível,

que ela desenvolveu e lhe proporcionou uma participação sustentável e promissora no mercado,

assegurando aos seus proprietários rentabilidade estável e acima das demais entidades do setor.

Esse fenômeno também ocorre nas empresas do segmento de papel e celulose do Brasil.

A Suzano e a Votorantim adquiriram a Ripasa S/A pagando um ágio de R$ 1,4 bilhões.

A Aracruz estima,

em seu Relatório de Administração de 2006,

XV Congresso Brasileiro de Custos – Curitiba,

Brasil,

de mercado de US$ 6,3 bilhões,

enquanto que seu patrimônio contábil é de US$ 2,2 bilhões.

Enquanto que a valorização média das ações na Bolsa de Valores de São Paulo,

as ações da Suzano variaram 85%.

Este segmento é de grande importância para a economia brasileira,

produzindo 1,4% do PIB nacional,

mais do que muitos Estados da federação,

e gerando 100 mil empregos diretos e milhares de indiretos,

distribuídos em 16 Estados e 450 municípios brasileiros (LEONEL,

2004).

Empresas nacionais participam do mercado mundial,

a exemplo da Aracruz que é responsável por 27% dos negócios com celulose de eucalipto,

realizando 98% dessas operações na Europa,

Ásia e América do Norte.

Devido ao processo de globalização,

as empresas brasileiras planejam cada vez mais abrir novos mercados.

A Aracruz pretende dobrar sua produção de celulose de fibras curtas,

objetivando suprir 25% da demanda mundial.

A Votorantim tem projetos em andamento que aumentarão em 2 milhões de toneladas a produção de celulose nos próximos anos.

Em 2006,

a Suzano investiu R$ 1,4 bilhões em uma nova unidade fabril com o objetivo de aumentar a produção de celulose em 1 milhão de toneladas.

Os investimentos da Klabim no mesmo ano foram de R$ 836 milhões.

Percebe-se,

que a integração dos mercados e os vultosos investimentos exigem que os empresários do setor procurem constantemente por parceiros e financiadores.

Estes,

buscam nas demonstrações contábeis informações relativas à empresa e que possam influenciar,

sobre o potencial de geração de lucros,

além das informações tradicionais,

uma vez que essas demonstrações visam apresentar a situação econômica,

financeira e patrimonial de uma empresa aos seus mais diversos usuários.

Essas informações,

estão relacionadas aos investimentos que a empresa faz com a consolidação da marca,

treinamento de funcionários e executivos,

investimento em estrutura organizacional,

integração às evoluções tecnológicas,

adoção de políticas de bom relacionamento com os funcionários e clientes,

que são caracterizadas como capital intelectual,

gerando valor para a empresa (goodwill).

Diante desse cenário,

pergunta-se: os empresários do segmento de papel e celulose fornecem informações relativas ao capital intelectual de suas empresas aos seus potenciais investidores

? O objetivo deste trabalho é,

se as notas explicativas e relatórios de administração evidenciam elementos referentes ao capital intelectual das empresas do segmento de papel e celulose,

A pesquisa será desenvolvida com base na proposta de estruturação do capital intelectual apresentada por Nagano,

Matheus e Merlo (2005,

2005),

que relaciona como seus componentes: o capital humano,

capital estrutural e o capital de relacionamento.

A base de dados (notas explicativas e relatórios de administração) foi extraída do sítio da Bovespa,

http://www.bovespa.com.br/Principal.asp,

e refere-se ao exercício social de 2006.

Objetivando responder ao problema de pesquisa,

inicialmente serão quantificadas,

por relatório objeto do estudo,

as informações geradoras de capital intelectual,

classificadas em Capital Humano,

Capital Estrutural e Capital de Relacionamento.

Em seguida,

a partir dos dados identificados e organizados,

será observado se as empresas divulgam ou não as informações sobre capital intelectual.

Caso divulguem,

observar-se-á qual relatório é o mais utilizado e qual perfil das empresas que mais evidenciam.

Segmento de papel e celulose

De acordo com a BOVESPA,

as empresas do segmento de papel e celulose são responsáveis por 1,4% do PIB brasileiro e encontram-se inseridas no setor de materiais

XV Congresso Brasileiro de Custos – Curitiba,

Brasil,

básicos,

estando atualmente em um estágio de franca expansão,

representando um dos mais significativos setores industriais espalhados pelo mundo.

A produção brasileira relacionada a esse segmento correspondia no ano de 2006 à cerca de 50% da produção de celulose de eucalipto a nível mundial,

cuja expressividade pode ser explicada em virtude da disponibilidade de recursos florestais existentes nos países da América Latina.

Segundo a Associação Brasileira de Papel e Celulose (BRACELPA),

o uso dos materiais celulósicos no Brasil surgiu em 1790,

e foram inicialmente concebidos mediante a utilização da embira,

Todavia,

apenas em meados dos anos 40 foi que a produção de celulose começou a se desenvolver em escala industrial no Brasil,

que posteriormente foi substituído pelo eucalipto,

e que rende uma fibra mais curta.

No ano de 2006,

a BRACELPA registrou um crescimento de 8% na produção de pastas celulósicas em relação ao ano anterior,

o que rendeu aos produtores mais de 11,2 milhões de toneladas do produto,

sendo aproximadamente de 1,5 milhões de toneladas em pastas de fibra longa,

Essa mesma associação nesse período registrou também no segmento de papel,

uma variação de 1,48% em relação a 2005,

produzindo mais de 8,7 milhões de toneladas de papel,

que incluía a fabricação de papel para imprensa,

O aumento nos números relativos ao processo produtivo da pasta celulósica e do papel no ano de 2006 deveu-se principalmente ao aumento crescente da área de reflorestamento,

que no fim do ano de 2005 atingiu o patamar de 224.990 hectares e com o cultivo predominante do eucalipto.

Evidenciação

A contabilidade tem o propósito de apresentar as realidades econômicas,

sociais e físicas de uma empresa em um dado momento ou período,

por meio da realização do processo de elaboração e publicação das demonstrações contábeis,

que devem ser expostas à apreciação dos usuários atuais e potenciais,

como forma de permitir o conhecimento e análise da situação da empresa.

Esse processo de evidenciação,

de acordo com Iudícibus (2000),

está voltado ao objetivo da contabilidade enquanto instrumento que garante a emissão de informações diferenciadas para diversos usuários,

podendo a mesma ser representada de várias formas e métodos,

como: demonstrações contábeis,

notas explicativas ou de rodapé,

quadros ou demonstrativos complementares,

comentários realizados pelo auditor independente e relatórios emitidos pela administração.

As demonstrações contábeis representam,

cuja origem de seus resultados advêm dos livros,

registros e documentos que fazem parte de seu sistema contábil e que permitem a sua operacionalização.

Segundo a Lei nº 6.404/76,

as empresas devem incorrer com a elaboração do balanço patrimonial,

demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados,

demonstração do resultado do exercício,

bem como da demonstração dos fluxos de caixa,

demonstração do valor adicionado (S/A de capital aberto) e notas explicativas,

por quadros analíticos ou demonstrações contábeis de caráter não-obrigatório.

O atendimento dos objetivos esperados das demonstrações contábeis está atrelado ao atendimento das características qualitativas da informação,

uma vez que a contabilidade funciona como um sistema informacional que auxilia os usuários externos e internos a

XV Congresso Brasileiro de Custos – Curitiba,

Brasil,

conhecerem os procedimentos e práticas adotadas pela empresa,

bem como os auxiliando no processo de tomada de decisão sobre políticas de investimento e crescimento.

Dessa forma,

o processo de evidenciação da contabilidade tem o propósito de fornecer informações úteis aos usuários e atender as características qualitativas da informação,

que segundo Hendriksen e Van Breda (1999) devem gerar benefícios superiores ao custo de sua aquisição,

comparável com outras instituições do mesmo ramo ou entre períodos,

bem como apresentar informações materiais que possam influenciar a tomada de decisão desses usuários.

Essa metodologia de apresentação das demonstrações contábeis parte do pressuposto de que as informações contidas em seu conteúdo são justas,

plenas e adequadas ao processo de tomada de decisão,

e sobre as quais se faz necessário que se estabeleça e conheça antes de tudo,

a quantidade necessária para a tomada de decisão e a sofisticação dos seus usuários.

Cabe frisar,

que o processo de evidenciação respaldado nas demonstrações contábeis tem o poder de sintetizar e comunicar aos usuários os fatos ocorridos na empresa durante o desenvolvimento de seu processo operacional,

dando ênfase aos eventos relevantes e que podem influenciar os usuários no momento de tomar uma decisão,

uma vez que o volume e a complexidade das informações nem sempre contribuem ao entendimento dos usuários.

Demonstrações contábeis

As demonstrações contábeis de uma forma geral visam apresentar aos seus mais diversos tipos de usuários os principais fatos reconhecidos e registrados pela contabilidade,

gerando informações financeiras úteis que possam ser utilizadas como instrumentos passíveis de comparabilidade entre empresas do mesmo ramo ou como forma de observar a evolução da empresa ao longo do tempo.

Segundo a FIPECAFI (2003),

as empresas devem proceder com a elaboração e divulgação das demonstrações contábeis junto aos seus usuários atuais e potenciais,

permitindo-lhes a possibilidade de tomada de decisão.

Esse processo funciona como uma espécie de prestação de contas das atividades realizadas pelos gestores da empresa e devem englobar a apresentação do relatório da administração,

as demonstrações contábeis em si,

e quando cabível os pareceres de auditoria e do conselho fiscal.

Nesse sentido,

as demonstrações contábeis simbolizam o produto final advindo do processo contábil,

que devem ser divulgadas anualmente e que visam comunicar o desempenho operacional da empresa aos seus usuários atuais e potenciais,

bem como fornecer elementos seguros e suficientes para a sua respectiva análise e tomada de decisão.

De acordo com Hendriksen e Van Breda (1999) existem discussões no que diz respeito a esses níveis de evidenciação,

formas e métodos de divulgação das informações de caráter financeiro de uma empresa,

haja vista a crescente demanda dos usuários por informações contábeis que permitam conhecer as políticas da empresa e o seu conseqüente reflexo no segmento em que atua.

Dessa forma,

as demonstrações contábeis padronizadas pelos órgãos reguladores,

como o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM),

devem atuar em paralelo com as informações complementares que facilitam o processo de comunicação e informem aos usuários as potencialidades da empresa.

No entanto,

embora esses demonstrativos de caráter complementar facilitem o processo de comunicação e conseqüentemente a tomada de decisão junto aos usuários,

eles recaem no problema da falta de padronização e dificuldade de comparabilidade entre as informações fornecidas de forma adicional,

como acontece com os relatórios da administração

XV Congresso Brasileiro de Custos – Curitiba,

Brasil,

que são exigidas respectivamente como forma de validar as práticas da empresa e apresentar o conteúdo das contas das demonstrações contábeis.

As demonstrações contábeis são instrumentos de evidenciação que,

apresentam informações resumidas sobre os atos praticados no gerenciamento das atividades de uma empresa e que para dimensionar a qualidade das informações utiliza-se da elaboração de notas explicativas,

que esclarecem o conteúdo das contas e as práticas adotadas.

De acordo com a FIPECAFI (2003) essas notas explicativas são de caráter obrigatório e fazem parte das demonstrações contábeis,

funcionando de forma a complementá-las,

evidenciando com maior clareza e transparência todos os fatos e práticas adotadas pelos gestores em relação às atividades operacionais da empresa.

Segundo a Lei nº.

6.404/76,

as notas explicativas representam um espaço para se expor às informações adicionais e de caráter esclarecedor,

os saldos e as transações ou eventos que necessitam de ajustes,

mudança de práticas ou retificações de forma ordenada e clara para o entendimento dos usuários.

Cabe frisar que essas informações fornecidas mediante a constituição das notas explicativas precisam ser antes de tudo,

pertinentes à avaliação da situação e evolução patrimonial de uma empresa,

bem como do resultado do exercício,

e servir como fonte de esclarecimento das práticas contábeis que foram adotadas pelos gestores.

Por sua vez,

o relatório da administração representa uma carta da diretoria e funciona como uma espécie de documento complementar as demonstrações contábeis que,

segundo Hendriksen e Van Breda (1999),

deve ser fornecida pelo administrador e expressar de forma narrativa todas as informações financeiras relevantes e referentes ao processo de tomada de decisão da cúpula de gestores.

Dessa forma,

o relatório da administração não deve possuir finalidades econômicas,

uma vez que tratam da evidenciação de assuntos relacionados ao desempenho das atividades da empresa,

as suas políticas de investimento,

as atividades sociais realizadas e as perspectivas de crescimento do setor.

Esse relatório simboliza uma peça importante no processo de evidenciação das informações contábeis junto aos usuários externos,

haja vista que ele é um meio de comunicação de fácil entendimento que expressa o cenário sobre o qual a empresa encontra-se inserida,

bem como apresenta comentários e análises corporativas,

Entretanto,

de acordo com a FEPECAFI (2003),

por essa peça contábil ser um instrumento que apresenta as atividades realizadas pela diretoria,

ela costuma ser bastante otimista e dando uma maior ênfase aos pontos positivos advindos do desempenho da empresa,

no que diz respeito ao processo de gestão.

Ativos

A FIPECAFI (2003) costuma conceituar os ativos como bens e direitos de propriedade da empresa,

que são oriundos das aplicações de recursos efetuados em eventos passados.

Todavia de acordo com Santos,

Schimtd e Fernandes (2006) essa não é a sua conceituação mais adequada,

uma vez que ela apenas trata dos componentes do ativo e não de sua definição propriamente dita.

Corroborando com essa idéia,

Hendriksen e Van Breda (1999),

definem ativos como prováveis benefícios econômicos futuros,

que são obtidos ou controlados por uma entidade em particular e que resultam de eventos ou transações passadas.

Nesse sentido,

as principais características de um ativo residem na observância do potencial de geração de benefícios econômicos futuros,

atrelados a bens ou direitos passíveis

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Brasil,

que geram direitos exclusivos a uma entidade e que devem estar sob sua propriedade,

Dessa forma,

uma vez compreendido e definido o que são os ativos,

a preocupação seguinte diz respeito às formas de mensuração e evidenciação dos itens que compõem o ativo,

de forma a melhor representá-los no patrimônio das empresas.

Hendriksen e Van Breda (1999) afirmam que a mensuração dos ativos tem trazido inúmeras divergências no âmbito do pensamento contábil,

haja vista que os historiadores e futuristas tem opiniões contrárias quanto ao entendimento de qual seria a melhor forma de mensurá-lo,

se pelos valores de entrada ou de saída.

Apoiando esse entendimento,

Santos,

Schimtd e Fernandes (2006),

apresentam como forma de mensuração dos ativos pelo valor de entrada,

o custo corrente ou o custo corrente corrigido,

bem como o dos valores de saída,

o equivalente de caixa corrente ou o valor presente do fluxo de benefícios futuros.

Com isso,

percebe-se que se torna difícil chegar a um denominador comum quanto à metodologia ideal de mensuração de ativos,

cabendo ao gerenciador da informação contábil conhecer os diferentes tipos de mensuração existentes e aplicar aqueles que sejam condizentes com a realidade da empresa e que possam atender da melhor forma possível aos interesses dos usuários dessas informações.

A dificuldade encontrada no que diz respeito à mensuração dos ativos parece ser maior quando se trata de ativos carentes de substância física,

cujo reconhecimento e mensuração necessitam de cuidados especiais,

assim como alguns ativos tangíveis,

que apresentam problemas quando do momento de sua identificação,

e sobre o qual se deve obedecer primeiramente às características essenciais dos ativos e aos critérios de subjetividade da mensuração dos benefícios futuros.

Segundo Marion (2007),

em seu artigo que trata das “Reflexões sobre os ativos intangíveis”,

até a década de 80 a preocupação dos contadores residia apenas no processo de avaliação do ativo tangível (bens físicos e materiais) e essa realidade só começou a se modificar com o advento das fusões e incorporações que surgiram na Europa e EUA,

nas duas décadas posteriores e que revelaram um valor econômico de venda superior ao registrado pela contabilidade.

Toda essa mudança no processo de avaliação de empresas passou então a se voltar ao valor dos ativos intangíveis (bens incorpóreos),

que surgiu coincidentemente com o desenvolvimento da Era do conhecimento,

e que passou a se preocupar com a identificação e mensuração desses itens,

sobre o qual se destacam o capital intelectual e o goodwill.

Nesse sentido,

Schimtd e Fernandes (2006),

os ativos intangíveis podem ser entendidos como bens que não podem ser tocados,

são controlados pela empresa e são possuidores de potencial para a geração de benefícios futuros.

De acordo com Hendriksen e Van Breda (1999),

esses itens caracterizam-se pela inexistência de usos alternativos e transferência do potencial a outro ativo,

bem como a impossibilidade de se desvincular o valor dos ativos inatingíveis de seus bens físicos e a incerteza quanto à possibilidade da geração desses benefícios futuros.

Entretanto,

quando se fala em reconhecimento dos ativos intangíveis surgem problemas quanto ao grau de incerteza de que o gasto realizado proporcionará fluxos de caixa futuros,

bem como se haverá a possibilidade de confrontação dos benefícios futuros a receita gerada e a conseqüente amortização,

bem como da impossibilidade de se mensurar alguns ativos dessa natureza.

Conforme Santos,

Schimtd e Fernandes (2006) a criação desses ativos intangíveis deve está atrelada a alguns fatores relacionados à eficiência da propaganda (marketing) junto aos clientes,

a manutenção de sua fidelidade (clientela contínua),

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Brasil,

à utilização de tecnologias que agilizem o processo de comunicação dos clientes,

bem como a manutenção da imagem e reputação da empresa junto aos mesmos e a habilidade administrativa.

Dentre a lista de ativos intangíveis existentes percebe-se que os mesmos podem ser classificados em: intangíveis identificáveis,

que são passíveis de identificação e podem ser separados quando a entidade pretende vender,

e intangíveis não-identificáveis que são difíceis de mensurar,

identificar e separar do ativo tangível,

como o goodwill e o capital intelectual.

Por sua vez,

tem-se percebido uma modificação na estrutura da sociedade,

advinda do processo de globalização e do avanço tecnológico,

que consequentemente aproxima os mercados,

movimenta a economia e facilita o acesso às informações.

Nesse sentido,

Antunes e Martins (2002) afirmam que estamos em um processo de transição,

em que passando da Sociedade industrial para a da Era do conhecimento,

que valoriza o capital humano e têm gerado benefícios intangíveis às empresas,

Marion (2007) afirma em seu artigo que trata das “Reflexões sobre os ativos intangíveis”,

que essa discussão é antiga e que muitos pensadores vêem tratando sobre o que seria o capital intelectual dentro de uma empresa,

bem como qual a definição e método de mensuração mais adequado.

No entanto,

Antunes e Martins (2002) definem o capital intelectual como um conjunto de benefícios intangíveis que adicionam valor à empresa e seu valor se dar mediante a diferença entre o seu valor de mercado e o valor contábil.

Já no que diz respeito ao processo de mensuração do capital intelectual,

Antunes e Martins (2002),

Santos e Martins (2006),

apresentam o modelo de mensuração do capital intelectual desenvolvido pela Skandia em 1995 e que foi divulgado como um relatório suplementar às demonstrações contábeis da empresa.

Esse relatório fez menção às práticas que foram adotas no ano de 1994,

apresentando grupos relacionados ao foco financeiro,

renovação e desenvolvimento,

que auxiliou os gestores da empresas a estabelecer indicadores de medição do desempenho para a empresa.

Com isso,

Schmidt,

Santos e Martins (2006),

entende que a construção do conceito de capital intelectual deve vincular-se a alguns fatores que não estão expressos nas demonstrações contábeis,

como o treinamento constante dos empregados,

a rapidez no atendimento aos pedidos de assistência técnica,

que agrega valor à empresa e geram a potencialidade do capital intelectual.

Diante dessas discussões e frente à atual realidade do processo de evidenciação das demonstrações contábeis em apresentar informações relativas a eventos passados,

percebe-se que há uma lacuna quanto ao entendimento do potencial de uma empresa em relação ao futuro,

como acontece com o valor econômico advindo da capacidade intelectual humana,

que está voltada à potencialidade de geração de benefícios futuros e vantagens competitivas da empresa.

Dessa forma,

utilizando a estrutura apresentada por Nagano,

Matheus e Merlo (2005,

2007),

consideraram-se como elementos criadores de capital intelectual o capital humano,

o capital estrutural e o capital de relacionamentos.

O capital humano representa a competência e principalmente a capacidade intelectual dos funcionários.

Geralmente a empresa pode obter tal benefício contratando um funcionário “pronto” ou preparando-o através de programas de treinamentos,

XV Congresso Brasilei