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Fernando Carvalho Pacheco

Antônio Carlos Lima Ribeiro Antônio Carlos dos Reis Franz

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lho Pacheco CLASSIFICAÇÃO MORFODINÂMICA DE PRAIAS OCEÂNICAS POR MEIO DA AN&Aac...

Description

Fernando Carvalho Pacheco

CLASSIFICAÇÃO MORFODINÂMICA DE PRAIAS OCEÂNICAS POR MEIO DA ANÁLISE VISUAL DE IMAGENS DE SATÉLITE MULTITEMPORAIS DA COSTA SUDESTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Florianópolis 2015

Fernando Carvalho Pacheco

CLASSIFICAÇÃO MORFODINÂMICA DE PRAIAS OCEÂNICAS POR MEIO DA ANÁLISE VISUAL DE IMAGENS DE SATÉLITE MULTITEMPORAIS DA COSTA SUDESTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Trabalho

Conclusão ao

Departamento

Curso de

Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina como requisito parcial para obtenção

Bacharel

Oceanografia.

Orientador: Prof.

Antonio Henrique da Fontoura Klein

FLORIANÓPOLIS 2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM OCEANOGRAFIA

CLASSIFICAÇÃO MORFODINÂMICA DE PRAIAS OCEÂNICAS POR MEIO DA ANÁLISE VISUAL DE IMAGENS DE SATÉLITE MULTITEMPORAIS DA COSTA SUDESTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Fernando Carvalho Pacheco

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Oceanografia

Julgado em

Banca Examinadora:

______________________________________________________________ Orientador

______________________________________________________________ JARBAS BONETTI FILHO (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC /SC)

______________________________________________________________ LUCAS SILVEIRA (Chicago Bridge & Iron Company – CB&I) III

AGRADECIMENTOS

que jamais duvidaram de mim e pelo amor incondicional em todos os momentos da minha vida.

-Ao prof.

Antonio Klein,

por me apresentar os 7 hábitos e,

mesmo com apenas 6 meses de projeto.

-Ao prof.

Andrew Short,

alegria e principalmente pela humildade demonstrada.

Carla Bonetti e Antonio Fetter,

pela amizade e orientação em outros momentos importantes na minha formação acadêmica.

Zelão,

por tirar diversas dúvidas e oferecer sugestões

Charline,

pela biblioteca de artigos e por diversas sugestões tiradas

Diego,

Daniel,

Arthur,

Maiara,

Fayna,

Nati,

Jhersyka,

Matheus(1,2,3),

Vanessa e Jeff pelos cafés e pelos almoços.

Felipe,

Paraíba,

Ácmon,

Breno,

Bruna,

Pati,

Letícia,

Jonas,

Volney,

Gabi,

Luísa,

Lins,

Fernando e Duzão.

Dudinha,

Gregs,

Patrick,

Manu,

Alemão,

Lima,

Lari,

Negão,

Renato,

Cubozoa e Fernando,

pelas diversas apresentações,

André,

William,

Hidek,

Balbino,

Luiz Bruno,

Irajá,

Cobeal,

Léo,

Danilo,

foram de suma importância pela formação do meu caráter.

companheira e linda namorada Mariana,

por todo o seu carinho e por ter me ajudado em todos os momentos de dificuldade.

Te amo

OBRIGADO

RESUMO O presente trabalho apresenta uma classificação morfodinâmica entre as praias e setores da Pinheira (Palhoça) e do Farol de Santa Marta (Laguna),

localizadas(os) no litoral sudeste do estado de Santa Catarina,

por meio da análise visual de imagens de satélite multitemporais (2003 à 2015).

Para isso,

os parâmetros geométricos (comprimento da praia e do arco praial,

distância entre dois promontórios rochosos,

morfodinâmicos (número e tipo de bancos submersos,

ocorrência e espaçamento entre as cúspides praiais,

ocorrência e espaçamento entre correntes de retorno,

ocorrência de correntes topográficas e megacorrentes de retorno,

largura da zona de surfe e largura da zona de espraiamento) foram identificados e quantificados utilizando 356 imagens de satélite disponibilizadas gratuitamente no software Google Earth Protm.

Observou-se uma extensão total de ~80 km ao longo de 32 praias analisadas.

O grau de embaiamento médio da região foi de 0,6,

apresentando uma distância mínima entre dois promontórios de ~2,4 km e um comprimento de arco praial de ~3,4 km.

A orientação média em relação ao norte foi de 97°.

Em relação aos parâmetros morfodinâmicos,

verificou-se um predomínio de praias dissipativas (55%,

intermediárias-dissipativas (20%) e refletivas (1%).

A maior ocorrência de cúspides (48%) foi observada nas praias dissipativas,

apresentando um espaçamento médio de ~60 m.

Em relação as correntes de retorno,

observou-se um predomínio de 37% nas praias do intermediárias-dissipativas,

com espaçamento médio de ~176 m.

Observou-se um predomínio de correntes topográficas e megacorrentes de retorno nas praias intermediárias (161) e dissipativas (16),

Verificou-se também um predomínio de bancos submersos de alta energia nos bancos mais afastado da costa e de baixa energia nos bancos mais próximos à costa.

Conclui-se assim que a interpretação visual de imagens de satélite multitemporais é uma ferramenta eficiente na coleta de dados e na classificação dos estados morfodinâmicos de praias oceânicas.

Ressalta-se a importância de se incorporar dados hidrodinâmicos e sedimentológicos como forma de melhorar o entendimento morfodinâmico das mudanças temporais e espaciais de cada praia e/ou setor da região.

Palavras-chave: Classificação morfodinâmica,

LISTA DE FIGURAS FIGURA 1.

ILUSTRAÇÃO DE UM CORTE TRANSVERSAL DE UM SISTEMA DE PRAIAL (BEACH SYSTEM) BIDIMENSIONAL COM OS PROCESSOS DAS ONDAS (WAVE PROCESS) E O TIPO DE MORFOLOGIA

(MORPHOLOGY).

CONTÉM UMA ZONA SUBAÉREA (SUBAERIAL BEACH) OU ZONA DE ESPRAIAMENTO (SWASH) QUE FICA ACIMA DA MARGEM DA PRAIA (SHORELINE)

UMA ZONA DE

SURFE (SURF ZONE) CONTENDO BANCOS SUBMERSOS (BAR),

CANAIS (CHANNEL) E QUEBRA DE ONDAS

(WAVE BREAKING)

E UMA ZONA PRÓXIMA À PRAIA (NEASHORE ZONE) ONDE

OCORRE O EMPINAMENTO DA ONDA (WAVE SHOALING).

ESTA ZONA SE ESTENDE EM DIREÇÃO

AO MAR ATÉ A BASE DA ONDA (WAVE BASE).

FONTE: SHORT (2012) ....................................

FIGURA 2.

DEFINIÇÃO DOS PARÂMETROS MEDIDOS DAS CÚSPIDES PRAIAIS

ELEVAÇÃO DA CÚSPIDE (CUSP ELEVATION – CE),

ESPAÇAMENTO DA CÚSPIDE (CUSP SPACING – CS),

PROFUNDIDADE DA CÚSPIDE (CUSP DEPTH – CD),

AMPLITUDE DA CÚSPIDE (CUSP AMPLITUDE – CA).

FONTE: NOLAN ET AL.

DIAGRAMA ESQUEMÁTICO DE UMA CORRENTE DE RETORNO EXIBINDO OS PRINCIPAIS COMPONENTES ASSOCIADOS.

FONTE.BARBOSA (2013) ....................................................

FIGURA 4.

VARIAÇÃO NA DENSIDADE DE CORRENTE EM REGIÕES DE COSTA LESTE (RCL) ONDE: AS REGIÕES PREENCHIDAS SÃO AS CORRENTES DE RETORNO

SURFE

XS = LARGURA DA ZONA DE

YR = ESPAÇAMENTO ENTRE AS CORRENTES DE RETORNO.

FONTE: MODIFICADO DE

SHORT E BRANDER (1999).

............................................................................................

W RIGHT E SHORT (1984),

MODIFICADO POR SHORT (1999B) E ADAPTADO

POR CALLIARI ET AL.

(2003).

FONTE: OLIVEIRA ET AL.

FIGURA 6.LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO NA REGIÃO SUDESTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

COMPREENDIDA ENTRE A PRAIA DA PINHEIRA E O FAROL DE SANTA MARTA.

COMPRIMENTO DO ARCO PRAIAL (CA) EM VERMELHO E COMPRIMENTO DO CORDÃO (CC) EM VERDE.

FIGURA 9.

EXEMPLO DA IDENTIFICAÇÃO DA ORIENTAÇÃO (O)[°] DA PRAIA EM RELAÇÃO NORTE.

NA IMAGEM,

A PRAIA DA

PINHEIRA (PALHOÇA) APRESENTA UMA ORIENTAÇÃO DE ~16°

(CONSIDERANDO O NORTE COMO 90°) E ~106° (CONSIDERANDO O NORTE COMO 0°).

FONTE: CYTERSKI ET AL.

RELAÇÃO ENTRE O ESPAÇAMENTO MÉDIO ENTRE AS CORRENTES DE RETORNO (EMCR) E A LARGURA MÉDIA DA ZONA DE SURFE (MLZS) ENCONTRADA PARA CADA

PRAIA/SETOR.

AS RELAÇÕES ENTRE EMCR E

MLZS PROPOSTAS POR HINO (1974) E BOWEN

E INMAN (1969) TAMBÉM ESTÃO INSERIDAS NO GRÁFICO.

.................................................

FIGURA 11.PERCENTUAL DE OCORRÊNCIA DOS ESTÁGIOS MORFODINÂMICOS NOS BANCOS MAIS PRÓXIMO À COSTA,

NOS BANCOS INTERMEDIÁRIOS E NOS BANCOS MAIS AFASTADOS ..........

FIGURA 12.PERCENTUAL DE OCORRÊNCIA DOS ESTÁGIOS MORFODINÂMICOS NO BANCO MAIS PRÓXIMO À COSTA EM PRAIAS INTERMEDIÁRIAS.

...............................................................

LISTA DE TABELAS

TABELA 1.

CLASSIFICAÇÕES PROPOSTAS POR KLEIN ET AL.

(NO PRELO),

SILVEIRA ET AL.

(2011),

THOMÉ (2007),

KLEIN ET AL.

.......................................

FEIÇÕES INDICADORAS DA CLASSIFICAÇÃO MORFODINÂMICA DE PRAIAS DOMINADAS POR ONDA.

FONTE: MODIFICADO DE (SHORT,

1999B

SILVEIRA ET AL.,

MALLMAN ET

2014).

....................................................................................................................

TABELA 3.

RESULTADOS DOS PARÂMETROS GEOMÉTRICOS E MORFODINÂMICOS OBTIDOS PARA 32 PRAIAS: NÚMERO DA PRAIA

NÚMERO DE IMAGENS ANALISADAS (NI),

COMPRIMENTO DA

PRAIA (CP) [KM],

DISTÂNCIA ENTRE DOIS PROMONTÓRIOS (CC) [KM],

COMPRIMENTO DO ARCO PRAIAL

(CA) [KM],

GRAU DE EMBAIAMENTO (GE),

ORIENTAÇÃO DA PRAIA (O) [°],

TIPO DE

PRAIA

NÚMERO DE BANCO SUBMERSO (NB**),

ESTÁGIO DO BANCO PRÓXIMO À

COSTA(EBP**),

ESTÁGIO DO BANCO INTERMEDIÁRIO AFASTADO

(EBI**),

ESTÁGIO DO BANCO MAIS

(EBA**),

NÚMERO DE CÚSPIDES (NC),

ESPAÇAMENTO MÉDIO ENTRE AS CÚSPIDES

(EMC) [M],

DESVIO PADRÃO (Σ),

COEFICIENTE DE VARIAÇÃO (CV) [%],

ESPAÇAMENTO MÁXIMO ENTRE AS CÚSPIDES ENCONTRADO

(MC)[M],

NÚMERO DE CORRENTES DE RETORNO

(NCR),

ESPAÇAMENTO MÉDIO ENTRE AS CORRENTES DE RETORNO (EMCR) [M],

ESPAÇAMENTO MÁXIMO ENCONTRADO ENTRE AS CORRENTES DE RETORNO

(MCR) [M],

NÚMERO DE CORRENTES TOPOGRÁFICAS

(NCT),

NÚMERO DE MEGACORRENTES (NMC),

MÉDIA DA LARGURA DA ZONA DE SURFE

(MLZS) [M],

MÉDIA DA LARGURA DA ZONA DE

ESPRAIAMENTO (MLZE) [M].

...........................................................................................

TABELA 4.

RESULTADOS DA INTERPRETAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE 32 PRAIAS (~80 KM) AO LONGO DO SUDESTE DO ESTADO DE

SANTA CATARINA,

CONSIDERANDO O PERCENTUAL DE

OCORRÊNCIA DOS ESTADOS MORFODINÂMICOS.

..............................................................

TABELA 5.

RESULTADOS DA INTERPRETAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE 32 PRAIAS (~80 KM) AO LONGO DO SUDESTE DO ESTADO DE SANTA

CATARINA,

CONSIDERANDO AS CARACTERÍSTICAS

DAS CÚSPIDES.

..............................................................................................................

TABELA 6.

RESULTADOS DA INTERPRETAÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE 32 PRAIAS (~80 KM) AO LONGO DO SUDESTE DO ESTADO DE SANTA

CATARINA,

CONSIDERANDO AS CARACTERÍSTICAS

DAS CORRENTES DE RETORNO.

.......................................................................................

TABELA 7.

CARACTERÍSTICAS ENCONTRADAS NO SUDESTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA.

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina CE – Elevação da cúspide (Cusp Elevation) CS – Espaçamento entre as cúspides (Cusp Spacing) CD – Profundidade da cúspide (Cusp Depth) CA – Amplitude da cúspide (Cusp Amplitude) RCL – Regiões de costa leste CP – Comprimento da praia CA – Comprimento do arco praial CC – Distância mínima entre dois promontórios rochosos O – Orientação da praia em relação ao norte SC – Santa Catarina LTT – Terraço de baixa mar (Low Tide Terrace) R – Refletiva (Reflective) TBR – Banco e Correntes Transversais (Transverse Bar and Rips) RBB – Banco e Praia Rítmica (Rhytmic Bar and Beach) LBT – Banco e Calha/Cava Longitudinal (Longshore Bar and Trough) D'– Dissipativo (Dissipative) N – Número de praia NI – Número de imagens analisadas GE – Grau de embaiamento T – Tipo de praia NB – Número de banco submerso X

EBP – Estágio do banco submerso mais próximo à costa EBI

LISTA DE SÍMBOLOS Ω

SUMÁRIO AGRADECIMENTOS .................................................................................................

V RESUMO...................................................................................................................

VI LISTA DE FIGURAS ................................................................................................

VII LISTA DE TABELAS .................................................................................................

IX LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS .....................................................................

X LISTA DE SÍMBOLOS ..............................................................................................

XII 1.

INTRODUÇÃO ......................................................................................................

OBJETIVOS..........................................................................................................

3 2.1.

Geral: .............................................................................................................

Específico:......................................................................................................

REFERENCIAL TEÓRICO ...................................................................................

4 3.1.

MORFODINAMICA DE PRAIAS ARENOSAS ...............................................

3.1.1.

Definição ..................................................................................................

4 3.1.2.

Zonação ...................................................................................................

5 3.1.3.

Cúspides Praiais ......................................................................................

7 3.1.4.

Correntes de Retorno ..............................................................................

8 3.2.

TIPOS DE PRAIA .........................................................................................

3.2.1.

Classificação Morfodinâmica de Praias Dominas Por Ondas ................

12 3.2.2.

Praias com Múltiplos Bancos .................................................................

17 3.2.3.

Características Morfodinâmicas de Praias Protegidas ..........................

18 3.3.

SENSORIAMENTO REMOTO E ANÁLISE DE IMAGENS ..........................

CLASSIFICAÇÕES MORFODINAMICAS PRETÉRITAS.............................

ÁREA DE ESTUDO ............................................................................................

24 4.1.

Geologia e Geomorfologia ...........................................................................

Ondas e Marés .............................................................................................

MATERIAIS E MÉTODOS ..................................................................................

Levantamento de dados ...............................................................................

Interpretação das Imagens de Satélite .........................................................

5.2.1.

Parâmetros Geométricos .......................................................................

28 5.2.3.

Parâmetros Morfodinâmicos e Classificação das Praias .......................

30 6.

RESULTADOS ...................................................................................................

34 6.1.

PARÂMETROS GEOMÉTRICOS ................................................................

PARÂMETROS MORFODINÂMICOS..........................................................

6.2.1.

Classificação dos Tipos de Praia ...........................................................

37 6.2.2.

Cúspides Praiais ....................................................................................

37 6.2.3.

Correntes de Retorno ............................................................................

38 6.2.4.

Classificação dos Bancos Submersos ...................................................

41 6.3.

PALHOÇA ....................................................................................................

6.3.1.

Praia da Pinheira ...................................................................................

42 6.3.2.

Praia de Cima ........................................................................................

43 6.3.3.

Prainha da Guarda ................................................................................

43 6.3.4.

Praia da Guarda do Embaú ...................................................................

44 6.4.

PAULO LOPES ............................................................................................

6.4.1.

Areias ....................................................................................................

45 6.5.

GAROPABA .................................................................................................

6.5.1.

Praia da Gamboa...................................................................................

46 6.5.2.

Praia do Siriú .........................................................................................

46 6.5.3.

Praia do Centro......................................................................................

47 6.5.4.

Praia do Silveira.....................................................................................

48 6.5.5.

Praia da Ferrugem .................................................................................

49 6.5.6.

Praia da Barra........................................................................................

50 6.5.7.

Praia do Ouvidor ....................................................................................

50 6.5.8.

Praia Vermelha ......................................................................................

IMBITUBA ....................................................................................................

6.6.1.

Praia do Rosa ........................................................................................

53 6.6.2.

Praia do Portinho ...................................................................................

54 6.6.3.

Praia do Luz ..........................................................................................

54 6.6.4.

Setor Ibiraquera-Ribanceira ...................................................................

55 6.6.5.

Praia da Água ........................................................................................

57 6.6.6.

Praia do Porto de Imbituba ....................................................................

57 6.6.7.

Setor Vila-Itapirubá ................................................................................

60 6.7.

LAGUNA ......................................................................................................

6.7.1.

Setor Itapirubá-Gi ..................................................................................

61 6.7.2.

Setor Gi-Laguna Internacional ...............................................................

62 6.7.3.

Setor Laguna Internacional-Mar grosso.................................................

63 6.7.4.

Praia do Tamborete ...............................................................................

64 6.7.5.

Praia do Gravatá....................................................................................

64 6.7.6.

Praia do Maneloni ..................................................................................

66 6.7.7.

Praia da Tereza .....................................................................................

67 6.7.8.

Setor Ypuã-Galheta ...............................................................................

67 6.7.9.

Prainha da Galheta ................................................................................

69 6.7.10.

Setor Galheta-Cabo Grande...............................................................

6.7.11.

Praia do Farol .....................................................................................

DISCUSSÃO.......................................................................................................

71 7.1.

Classificação,

Parâmetros Morfodinâmicos e Geométricos .........................

7.1.1.

Praias Dissipativas ................................................................................

72 7.1.2.

Praias Intermediárias .............................................................................

73 7.1.3.

Praias Intermediárias – Dissipativas ......................................................

75 7.1.4.

Praias Refletivas ....................................................................................

76 7.2.

Comparação da Classificação Proposta x Pretérita .....................................

Limitações do Trabalho ................................................................................

CONCLUSÃO .....................................................................................................

79 9.

SUGESTÕES .....................................................................................................

81 10.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................................................

BRASIL.

87 ANEXO

CLASSIFICAÇÃO

MORFODINÂMICA

CARACTERÍSTICAS

GEOMÉTRICAS DAS PRAIAS DA PINHEIRA E PRAIA DE CIMA,

ENTRE OS ANOS DE 2003 E 2015.

EXEMPLO DO SETOR NORTE DA PRAIA DA PINHEIRA (24/06/2012) E DA PRAIA DE CIMA (27/11/2003) EXIBINDO CÚSPIDES PRAIAIS E CORRENTES DE RETORNO.

FONTE: GOOGLE EARTH.

.....................................

88 ANEXO

CLASSIFICAÇÃO

MORFODINÂMICA

CARACTERÍSTICAS

GEOMÉTRICAS DO SETOR GUARDA DO EMBAÚ – AREIAS ENTRE OS ANOS DE 2003 E 2015.

EXEMPLO TEMÁTICO DE FEIÇÕES ENCONTRADAS NA PRAIA DA GUARDA DO EMBAÚ NA IMAGEM DO DIA 08/10/2009,

SC: OBSERVA-SE BANCOS SUBMERSOS DO TIPO TBR E RBB,

ALÉM DE CORRENTES DE RETORNO E CORRENTES DE RETORNO TOPOGRÁFICAS.

FONTE: GOOGLE EARTH.

.....................................................................................................................

89 ANEXO

CLASSIFICAÇÃO

MORFODINÂMICA

CARACTERÍSTICAS

GEOMÉTRICAS DOS SETORES 21,22 E 23.

EXEMPLO TEMÁTICO EXIBINDO 3 BANCOS SUBMERSOS NAS PROXIMIDADES DA PRAIA DE ITAPIRUBÁ (SETOR 21).

IMAGEM DO DIA 21/02/2009.

FONTE: GOOGLE EART.

.................................

INTRODUÇÃO Inúmeras praias são estudadas constantemente ao redor do mundo.

Praias são ambientes importantes por oferecerem diversos recursos,

proteção contra a ação de ondas,

atuam como centro de recreação e lazer,

e fornecem habitats para uma variedade de animais e plantas.

Além disso,

essas regiões são complexas e dinâmicas,

apresentando diversas particularidades.

Assim,

existem diferentes classificações que definem o tipo de praia,

dependendo das características que são observadas em cada uma delas.

Diversas características são apresentadas como forma de classificar qualitativa e/ou quantitativamente um tipo de praia.

Short (1999a,

p.173) descreve que o tipo de praia está relacionado ao estado morfodinâmico de um sistema praial,

sendo este caracterizado pela interação entre a morfologia de praia e os processos hidrodinâmicos.

Por exemplo,

Short e Aagaard (1993,

p.155) concluíram que o tipo de praia pode ser determinado pelo número,

bem como pelos tipos de bancos submersos encontrados em um ambiente praial.

Além disso,

compreende-se que a classificação morfodinâmica de uma praia pode ser realizada por meio da fotointerpretação de imagens aéreas (Klein et al.,

Silveira et al.,

Mallman et al.,

Ribeiro,

Klein et al.,

identificando múltiplos parâmetros morfodinâmicos.

Ribeiro (2014),

Mallman et al.

utilizando fotointerpretação de imagens aéreas e da análise de imagens de satélite.

Por exemplo,

esses autores identificaram a zona de surfe,

a presença de correntes de retorno e de cúspides praiais.

Assim,

esses parâmetros podem ser utilizados como forma de classificar e interpretar o estado morfodinâmico de uma praia.

Apesar do uso da fotointerpretação de imagens aéreas e/ou da análise visual de imagens de satélite para classificar os diferentes tipos de praia se mostrar uma alternativa viável,

sabe-se que a maioria dos trabalhos realizados apresentam baixa resolução temporal das imagens analisadas.

Além disso,

informações quantitativas disponíveis sobre os parâmetros morfodinâmicos.

Por exemplo,

para o litoral sudeste de Santa Catarina,

Klein et al.

(no prelo) realizaram a classificação morfodinâmica utilizando imagens aéreas e fotografias oblíquas obtidas apenas entre os dias 22 e 23/04/2013.

Similarmente,

Silveira et al.

baseada na interpretação de imagens de satélite capturadas entre os anos de 2003 e 2006.

Além disso,

Thomé (2007) classificou a mesma região utilizando apenas as imagens de satélite do ano de 2002.

Por fim,

Ribeiro (2014) utilizou imagens de satélite multitemporais para classificar a morfodinâmica de apenas algumas praias do sudeste catarinense.

Ou seja,

a classificação morfodinâmica existente para a costa sudeste catarinense,

utilizando imagens aéreas ou de satélite,

é baseada em poucas observações temporais e espaciais.

Assim,

esse trabalho pretende responder as seguintes perguntas: Qual é o estado morfodinâmico das praias do litoral sudeste do estado de Santa Catarina observado em imagens históricas entre os anos de 2003 e 2015

? Quais são as principais características,

bem como as suas variações espaciais,

observadas nas imagens históricas que definem o estado morfodinâmico dessas praias

este trabalho visa identificar e quantificar as feições indicadoras da morfodinâmica das praias da costa sudeste catarinense,

utilizando imagens de satélite,

com o objetivo de ampliar o conhecimento da morfodinâmica das praias do estado de Santa Catarina.

OBJETIVOS 2.1.

Geral:

O objetivo geral deste trabalho é identificar e quantificar os parâmetros geométricos e morfodinâmicos entre as praias da Pinheira (Palhoça) e do Farol (Laguna),

localizadas no sudeste do estado de Santa Catarina,

por meio da análise visual de imagens de satélite multitemporais,

a fim de determinar e classificar o estado morfodinâmico dessas.

Específico: 

Identificar os parâmetros geométricos de cada praia e/ou setor,

(2) distância entre dois promontórios

(4) grau de embaiamento e (5) orientação de cada praia e/ou setor.

Identificar e quantificar os parâmetros morfodinâmicos de cada praia e/ou setor entre os anos de 2003 e 2015,

como: (6) ocorrência e espaçamento entre as cúspides

(7) largura da zona de