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Igor Morais. Avaliação Radiográfica do. Comportamento da Crista Óssea. Alveolar após Cirurgia para. Recuperação do Espaço Biológico

Brazilian - SBN

Igor Morais. Avaliação Radiográfica do. Comportamento da Crista Óssea. Alveolar após Cirurgia para. Recuperação do Espaço Biológico Igor Morais Avaliação Radiográfica do Comportamento da Crista Óssea Alveolar após Cirurgia para Recuperação do Espaço Biológico Brasília 2014  Igor Prokopowitsch, Alexandre Augusto Zaia, Brenda Paula Figueiredo de Almeida Gomes A avaliação radiográfica visou identificar a presença de

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Igor Morais

Avaliação Radiográfica do Comportamento da Crista Óssea Alveolar após Cirurgia para Recuperação do Espaço Biológico

Brasília 2014

Igor Morais

Avaliação Radiográfica do Comportamento da Crista Óssea Alveolar após Cirurgia para Recuperação do Espaço Biológico

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Odontologia da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília,

como requisito parcial para a conclusão do curso de Graduação em Odontologia.

Orientadora: Prof.

Cristine Miron Stefani

Brasília 2014

Dedicatória À minha mãe,

Simone Morais,

cuja força e personalidade são equivalentes ao universo e suas estrelas.

AGRADECIMENTOS

Ao meu Pai,

Eurípedes de Morais,

Vitor Morais,

que foram meus referenciais de integridade e esforço.

À minha orientadora,

Prof.

Cristine Miron Stefani,

que através da sua paciência e serenidade me guiou por quase 4 anos de muitos momentos bons e difíceis.

À minha dupla,

Patrice Fernandes,

possuidora da personalidade mais cativante que eu poderia conhecer em uma pessoa.

Incansavelmente forte e imensuravelmente amiga.

À minha amiga,

Wanessa Portilho,

que com seu sorriso fácil e humor imbatível foi capaz de trazer felicidade em todos os momentos possíveis.

Aos meus colegas da Gestão de 2011/2012 do Diretório Acadêmico,

por terem me ensinado sobre cidadania,

À Prof.

Aline Úrsula,

uma verdadeira professora por excelência,

que pela postura e dedicação ao trabalho me ensinou sobre igualdade e equivalência entre todas as pessoas.

E por último e não menos importante à Deus.

Sou convicto de que todas as coisas são para Ele e por Ele.

Se cheguei até aqui,

foi pela sua infinita graça e amor.

EPÍGRAFE

“E ainda que tivesse o dom de profecia,

e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência,

e ainda que tivesse toda a fé,

de maneira tal que transportasse os montes,

nada seria.” 1 Coríntios 13:2

RESUMO MORAIS,

Igor.

Avaliação Radiográfica do Comportamento da Crista Óssea Alveolar após Cirurgia para Recuperação do Espaço Biológico.

2014.

Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) – Departamento de Odontologia da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília.

O objetivo deste estudo foi avaliar radiograficamente o comportamento da crista óssea alveolar interproximal após cirurgia para recuperação de espaço biológico.

Participaram do estudo 11 pacientes adultos com necessidade de recuperação do espaço biológico em 14 dentes.

Registros de mordida em resina acrílica foram confeccionados em posicionadores radiográficos interproximais pré-fabricados.

Tomadas radiográficas foram feitas no pré e pós-operatório imediato,

As radiografias foram digitalizadas e submetidas à análise radiográfica linear.

Os resultados foram comparados pelo teste t de Student e correlação linear de Pearson (α=5%).

A remoção óssea média entre o pré e o pós-operatório imediato foi de 1,06±0,59 mm na mesial e 1,19±0,9 mm na distal.

Houve tendência de ganho ósseo nos sítios mesiais (0,55± 0,07 mm) e de perda óssea nos distais (-0,82± 0,58 mm) após 1 mês e após 6 meses (0,43±0,82 mm nos sítios mesiais e

Após 12 meses,

quando comparado ao pós operatório imediato,

houve tendência de retorno aos valores iniciais e estabilidade,

tanto nos sítios mesiais (0±0,014 mm),

quanto nos distais (-0,015±0,07 mm).

Observou-se diferença estatística entre o comportamento da crista óssea nos sítios mesiais e distais após 1 mês (p=0,019) e tendência para diferença estatística após 6 meses (p=0,076).

Não houve correlação entre a ostectomia realizada e o comportamento da crista óssea após 1 mês,

após 6 meses observou-se correlação negativa (r=-0,65) para os sítios mesiais e positiva (r=0,66) para os distais.

Após 12 meses apenas 4 sítios distais e 2 mesiais foram reavaliados,

e não foi aplicada análise estatística.

Por meio da análise radiográfica,

observou-se reabsorção da crista óssea alveolar distal e ganho na mesial 1 e 6 meses após cirurgia para recuperação de espaço biológico,

com tendência de retorno aos valores originais e estabilização após 12 meses.

PALAVRAS-CHAVE: Diagnóstico.

Gengivectomia

Radiologia

ABSTRACT MORAIS,

Igor.

Radiographic Bone Crest Behavior after Crown Lengthening Surgery.

2014.

Undergraduate Course Final Monograph (Undergraduate Course in Dentistry) – Department of Dentistry,

School of Health Sciences,

University of Brasília.

Objective: To evaluate radiographically the behavior of interproximal periodontal tissue 1,

Methods: Eleven healthy adult patients requiring crown-lengthening surgery in 14 teeth participated in the study.

Standardized radiographs were taken,

and position of the interproximal tissue was recorded,

preoperatively and immediately postoperatively,

Pearson's correlation and Student's t test were applied (α = 5%).

Results: It was observed tendency of bone increase in mesial sites and bone loss in distal sites after 1 and 6 months.

After 12 months,

when compared to the immediate postoperative period,

there was a tendency to return to baseline and stabilization both in mesial and distal sites.

There was no correlation between the osteotomy performed and the behavior of the bone crest after 1 month,

but after 6 months there was a negative correlation (r = 0.65) for the mesial and positive for distal sites (r = 0.66).

After 12 months,

a few sites were available to reassessment,

so statistical analysis wasn’t applied.

Conclusions: Radiographic analysis showed resorption of the distal alveolar crest and mesial gain 1 and 6 months after surgery,

and tendency to return to original values and stabilization after 12 months.

KEY-WORDS: Gingivectomy

Radiology

Diagnosis.

SUMÁRIO

Artigo Científico ..............................................................

Anexos ...........................................................................

ARTIGO CIENTÍFICO

Este trabalho de Conclusão de Curso é baseado no artigo científico: MORAIS,

RESENDE,

DUARTE,

LEITE,

FIGUEIREDO,

STEFANI,

Avaliação Radiográfica do Comportamento da Crista Óssea Alveolar após Cirurgia para Recuperação do Espaço Biológico.

Apresentado sob as normas de publicação da Revista da Sociedade Brasileira de Periodontologia

FOLHA DE TÍTULO Avaliação Radiográfica do Comportamento da Crista Óssea Alveolar após Cirurgia para Recuperação do Espaço Biológico.

Radiographic Lengthening Surgery.

Crest

Behavior

Crown

Igor Morais1 Victor Silvano Resende1 Wagner Resende Duarte2 André Ferreira Leite3 Paulo Tadeu Figueiredo3 Cristine Miron Stefani2 1

Alunos de Graduação em Odontologia da Universidade de Brasília.

Correspondência: Prof.

Cristine Miron Stefani Campus Universitário Darcy Ribeiro

- UnB

RESUMO

O objetivo deste estudo foi avaliar radiograficamente o comportamento da crista óssea alveolar interproximal após cirurgia para recuperação de espaço biológico.

Participaram do estudo 11 pacientes adultos com necessidade de recuperação do espaço biológico em 14 dentes.

Registros de mordida em resina acrílica foram confeccionados em posicionadores radiográficos interproximais pré-fabricados.

Tomadas radiográficas foram feitas no pré e pós-operatório imediato,

As radiografias foram digitalizadas e submetidas à análise radiográfica linear.

Os resultados foram comparados pelo teste t de Student e correlação linear de Pearson (α=5%).

A remoção óssea média entre o pré e o pós-operatório imediato foi de 1,06±0,59 mm na mesial e 1,19±0,9 mm na distal.

Houve tendência de ganho ósseo nos sítios mesiais (0,55± 0,07 mm) e de perda óssea nos distais (-0,82± 0,58 mm) após 1 mês e após 6 meses (0,43±0,82 mm nos sítios mesiais e

Após 12 meses,

quando comparado ao pós operatório imediato,

houve tendência de retorno aos valores iniciais e estabilidade,

tanto nos sítios mesiais (0±0,014 mm),

quanto nos distais (-0,015±0,07 mm).

Observou-se diferença estatística entre o comportamento da crista óssea nos sítios mesiais e distais após 1 mês (p=0,019) e tendência para diferença estatística após 6 meses (p=0,076).

Não houve correlação entre a ostectomia realizada e o comportamento da crista óssea após 1 mês,

mas após 6 meses observou-se correlação negativa (r=-0,65) para os sítios mesiais e positiva (r=0,66) para os distais.

Após 12 meses apenas 4 sítios distais e 2 mesiais foram reavaliados,

e não foi aplicada análise estatística.

Por meio da análise radiográfica,

observou-se reabsorção da crista óssea alveolar distal e ganho na mesial 1 e 6 meses após cirurgia para recuperação de espaço

com tendência de retorno aos valores originais e estabilização após 12 meses.

PALAVRAS-CHAVE: Diagnóstico.

Gengivectomia

Radiologia

ABSTRACT Objective: To evaluate radiographically the behavior of interproximal periodontal tissue 1,

Methods: Eleven healthy adult patients requiring crown-lengthening surgery in 14 teeth participated in the study.

Standardized radiographs were taken,

and position of the interproximal tissue was recorded,

preoperatively and immediately postoperatively,

Pearson's correlation and Student's t test were applied (α = 5%).

Results: It was observed tendency of bone increase in mesial sites and bone loss in distal sites after 1 and 6 months.

After 12 months,

when compared to the immediate postoperative period,

there was a tendency to return to baseline and stabilization both in mesial and distal sites.

There was no correlation between the osteotomy performed and the behavior of the bone crest after 1 month,

but after 6 months there was a negative correlation (r = 0.65) for the mesial and positive for distal sites (r = 0.66).

After 12 months,

a few sites were available to reassessment,

so statistical analysis wasn’t applied.

Conclusions: Radiographic analysis showed resorption of the distal alveolar crest and mesial gain 1 and 6 months after surgery,

and tendency to return to original values and stabilization after 12 months.

KEY-WORDS: Gingivectomy

Radiology

Diagnosis.

INTRODUÇÃO O espaço biológico periodontal pode ser definido como a distância entre a base do sulco histológico e a crista óssea alveolar.

Essa distância compreende o epitélio juncional e a inserção conjuntiva,

cujas medidas médias são 0,97 mm e 1,07 mm,

respectivamente (GARGIULO et al.,

1961).

Tratando-se de uma união dento-gengival,

sua integridade representa uma barreira de defesa entre a atividade da placa bacteriana e a crista óssea adjacente (STOLL e NOVAES,

1997).

A violação do espaço biológico resulta em inflamação gengival,

perda de inserção e reabsorção óssea (LANNING et al.,

2003).

Com o intuito de preservar o espaço biológico ou mesmo de restabelecê-lo,

lança-se mão de cirurgias periodontais para recuperação do espaço biológico,

extrusão dentária ortodôntica ou uma associação de ambas (STOLL e NOVAES,

1997).

Estas têm por objetivo recuperar as distâncias biológicas de maneira que uma restauração adequada,

do ponto de vista fisiológico,

possa ser confeccionada (SHOBHA et al.,

2010).

As indicações de procedimentos para a recuperação do espaço biológico incluem os casos de coroas clínicas curtas,

preparos dentais profundos preexistentes,

lesões cariosas subgengivais,

perfurações endodônticas e reabsorções radiculares internas ou externas (STOLL e NOVAES,

1997).

Quando cirurgias são a opção para recuperar o espaço biológico,

as técnicas de gengivectomia de bisel interno com ostectomia,

e do retalho total ou dividido com reposição apical são as mais empregadas (STOLL e NOVAES,

1997).

O objetivo é que exista,

entre a crista óssea alveolar e a margem da restauração,

no mínimo 3 mm de estrutura dental sadia (STOLL e NOVAES,

1997).

Esta distância é obtida pela ostectomia da crista óssea e é necessária para que o sulco

o epitélio juncional e a inserção conjuntiva se acomodem de maneira fisiológica sobre a raiz.

Um estudo clínico de 1967 sugeriu que,

no período de reparação pós-cirúrgica,

há a reorganização tecidual para a formação do novo espaço biológico,

quando cerca de 1 mm da crista óssea remanescente sofre reabsorção para a formação da inserção conjuntiva (PENNEL et al.,

1967),

achado confirmado em estudo clínico posterior com acompanhamento de 12 meses (LANNING et al.,

2003).

Entretanto,

um estudo clínico recente com avaliação radiográfica em períodos de 2,

2007).

Contudo,

a literatura corrente carece de confirmação acerca do comportamento da crista óssea após recuperação de espaço biológico.

Caso seja comprovado que há reabsorção óssea pós-cirúrgica,

a recuperação de espaço biológico obtida com a ostectomia,

postulada em pelo menos 3 mm da crista óssea ao preparo dental,

pode não ser tão crítica quanto vem sendo proposta atualmente (HERRERO et al.,

1995,

MENESES NETO et al.,

2005).

Assim,

o objetivo deste estudo foi avaliar radiograficamente o comportamento da crista óssea alveolar interproximal,

após cirurgia para recuperação de espaço biológico.

METODOLOGIA Ensaio clínico tipo antes-depois,

aprovado pelo Comitê de Ética em pesquisa da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB (CEP/FS) sob o Número de Registro 044/12,

Participaram do estudo 20 pacientes adultos,

com necessidade de realização de cirurgia para recuperação do espaço biológico em pelo menos um dente,

encaminhados para a Clínica de Odontologia do Hospital da Universidade de Brasília (HUB).

A amostra foi de conveniência,

não probabilística.

Os primeiros 20 pacientes elegíveis que compareceram à clínica e concordaram em participar voluntariamente,

assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE),

Foram incluídos pacientes maiores de idade,

com necessidade de cirurgia para recuperação do espaço biológico nas regiões interproximais de pré-molares e mesial de primeiros molares superiores e/ou inferiores

com mucosa ceratinizada suficiente para realização da técnica de gengivectomia de bisel interno.

Foram excluídos aqueles que apresentavam extrusão dental no dente em análise ou nos vizinhos por ausência dos antagonistas

aqueles cujos dentes elegíveis para a pesquisa apresentavam perda óssea por periodontite,

mobilidade e/ou lesão de furca graus 2 ou 3,

não eram restauráveis

aqueles que necessitavam de profilaxia antibiótica e/ou que apresentavam qualquer restrição médica à realização de cirurgia oral menor.

Independente da anuência em participar da pesquisa e/ou eligibilidade,

todos os pacientes encaminhados receberam instrução de higiene bucal,

foram submetidos a sessões de raspagem e alisamento corono-radicular e receberam a cirurgia para a qual foram encaminhados.

As cirurgias foram realizadas por um único operador experiente,

na Clínica Odontológica do HUB.

A técnica executada foi a da Gengivectomia de bisel interno,

com acesso ao osso alveolar pela técnica de retalho de espessura total,

cuja sequência clínica envolve (MENESES NETO et al.,

2005): 1-

Sondagem e demarcação da gengiva a ser excisionada

quarenta e cinco graus em relação ao longo eixo do dente,

realizada com instrumentos manuais (cinzéis Fedi 1 e 2,

Wedelstaedt 5/6,

Rodhes 36/37 e limas de Buck 9/10 e Schluger) e/ou com instrumentos rotatórios (brocas cirúrgicas esféricas carbide 4,

sob irrigação de solução salina fisiológica)

No pós-operatório,

os pacientes receberam prescrição de medicação analgésica (comprimidos de dipirona sódica 500 mg ou paracetamol 750 mg quatro vezes ao dia durante três dias) e foram instruídos a fazer bochecho com antisséptico bucal a base de Gluconato de Clorexidina a 0,12%,

(LANNING et al.,

2003).

As suturas foram removidas após sete dias e os pacientes orientados para remoção e controle de placa (HERRERO et al.,

1995).

Registros de mordida em resina acrílica Duralay (Reliance®,

Dental Mfg.

Worth,

USA) foram confeccionados em posicionadores radiográficos interproximais pré-fabricados (Indusbello Ind.

Ltda,

Londrina,

PR.) que foram,

personalizados para a tomada de radiografias interproximais (Figura 1).

Figura 1: Registro de mordida em Duralay em posicionador radiográfico interproximal pré-fabricado.

As tomadas radiográficas foram feitas antes e imediatamente após a cirurgia,

Na Figura 2,

descreve-se o fluxograma de acompanhamento dos pacientes.

(A)  Avaliação  do   Paciente  

(B)   Personalização  do   Posicionador  e  1ª   Radiogra:ia  

  (D)  30  dias:  3ª   Radiogra:ia  

 (C)  Cirurgia  e  2ª   Radiogra:ia  

(E)  6  meses:  4º   Radiogra:ia  

(F)  1  ano:  5ª   Radiogra:ia  

Figura 2: Fluxograma do acompanhamento dos pacientes que aceitaram participar da pesquisa.

(A) A primeira consulta dos pacientes encaminhados para cirurgia periodontal era realizada por um avaliador experiente que determinava a eligibilidade para a pesquisa.

(B) Na segunda consulta,

um posicionador radiográfico interproximal era personalizado e realizada a radiografia pré-cirúrgica.

(C) Aproximadamente 7 dias após a consulta,

a cirurgia periodontal e a tomada radiográfica pós-cirúrgica eram feitas.

Nas visitas de acompanhamento,

foram realizadas tomadas radiográficas com o posicionador personalizado após 1 (D),

As tomadas foram realizadas com aparelho de raios X periapical (Timex 70®,

70Kv,

Gnatus,

Ribeirão Preto,

com tempo de exposição de 0,32s.

Os filmes utilizados foram IP21 (velocidade F,

Eastman Kodak Co.

Rochester,

N.Y.,

USA).

Foram utilizadas soluções químicas novas,

da marca Kodak (Kodak Brasileira Com.

Ltda,

Campinas,

SP) para revelação e fixação automática das películas (Periomat®,

Dürr Dental GmbH & Co.

Bietigheim-Bissingen,

Alemanha) (NUNES,

2003).

As radiografias obtidas no pré e pós-cirúrgico,

San Antonio,

Texas,

USA).

As imagens não foram manipuladas.

O equalizador de contraste foi utilizado e as imagens foram alinhadas,

duas a duas (antes e imediatamente após a cirurgia

imediatamente e 1 mês após a cirurgia

imediatamente e 6 meses após a cirurgia

imediatamente e 12 meses após a cirurgia),

utilizando a marcação de pontos de referência na superfície dentária estável.

Em seguida,

procedeu-se a análise radiográfica (Figura 3).

O programa empregado para determinar as distâncias lineares do comportamento da crista óssea alveolar foi o Photoshop CS5 (Adobe Photshop CS5,

Adobe Systems Software Ireland Ltd.),

que permitiu que fossem calculadas as distâncias,

da crista óssea a um ponto de referência na coroa dental em cada imagem obtida,

obtendo-se os valores para a remoção óssea após a ostectomia e o comportamento da crista óssea após 1,

Figura 3: Análise radiográfica.

Comparação entre duas imagens (préoperatória e pós-operatória imediata),

medida em milímetros do remanescente dentário até a crista óssea.

O teste t de Student para amostras independentes foi aplicado para comparações entre os resultados obtidos para os sítios mesial e distal.

Para comparação entre os diferentes tempos de avaliação dentro de cada sítio avaliado,

foi utilizado o teste t de Student para amostras pareadas.

O teste de Correlação Linear de Pearson foi aplicado para correlacionar a remoção óssea pós ostectomia e o comportamento da crista óssea nos sítios mesial e distal,

O nível de significância adotado foi 95%.

RESULTADOS Foram inclusos na pesquisa 20 pacientes,

sendo que 9 deles foram descartados ou por não terem comparecido às avaliações mensais,

semestrais ou anuais ou cuja superfície oclusal dos dentes registrados nos posicionadores foi alterada,

impossibilitando a padronização das radiografias.

Dos 11 pacientes participantes,

Ao todo,

sendo que 4 precisavam de recuperação de espaço biológico na mesial,

Na tabela 1,

observa-se o comportamento da crista óssea analisada radiograficamente nas diferentes fases de avaliação,

para os sítios mesial e distal.

Tabela 1: Comportamento radiográfico da crista óssea nas diferentes fases de avaliação,

para os sítios mesial e distal.

Pré/PósOperatório Média DP

PósOperatório/1 Mês

PósOperatório/6 Meses

PósOperatório/12 Meses

Mesial

Distal

Mesial

Distal

Mesial

Distal

Mesial

Distal

-1,06 0,59

-1,18 0,70

0,43 0,82

-0,85 0,96

0,55 0,07

-0,82 0,58

0 0,14

-0,15 0,70

A primeira medida indica a média da quantidade de tecido ósseo removido durante o processo cirúrgico de ostectomia com osteoplastia.

As três medidas seguintes refletem o comportamento da crista óssea após 1,

indicando discreto movimento da crista óssea mesial em direção coronária e da crista óssea distal em direção apical após 1 e 6 meses.

Após 12 meses,

observa-se tendência de retorno aos valores pós-operatórios e estabilização.

Entre 1 e 6 meses observou-se discreto aumento de tecido ósseo,

tanto na crista mesial (de 0,43 mm após 1 mês para 0,55 mm após 6 meses) quanto na crista distal (de

-0,82 mm,

quando comparados à medida pós-operatória imediata.

As tendências longitudinais do comportamento da crista óssea nos sítios mesiais e distais podem ser observadas no gráfico 1.

3,31 2,48

2 1,5

Pós-Op.

1 Mês

6 Meses

12 Meses

Gráfico 1: Distância do remanescente dentário sadio à crista óssea,

nos sítios mesiais e distais,

nos diferentes tempos de avaliação.

À análise estatística não houve diferença estatística entre a ostectomia realizada nos sítios mesiais e distais.

Entretanto,

observou-se diferença entre o comportamento da crista óssea nos sítios mesiais e distais após 1 mês (p=0,019) e tendência para diferença estatística após 6 meses (p=0,076).

Não houve diferença entre o comportamento da crista óssea dos sítios mesiais quando os resultados de 1 e 6 meses foram comparados.

O mesmo pôde ser observado em relação aos sítios distais.

A correlação entre a ostectomia realizada e o comportamento da crista óssea após 1 mês não demonstrou diferença significativa.

Entretanto,

quando correlacionada ao comportamento após 6 meses,

observou-se correlação negativa

p não significativo) para os sítios mesiais e positiva (r=0,66,

p não significativo) para os distais.

Há que se considerar,

que para os sítios mesiais havia apenas duas radiografias para a comparação de 1 mês e quatro para 6 meses.

Já dos sítios distais havia seis radiografias para a comparação de 1 mês e sete amostras para a de 6 meses,

e esse baixo n dificultou a inferência e a análise estatística.

Da mesma forma,

após 12 meses havia apenas 4 sítios distais e 2 sítios mesiais disponíveis para a análise,

assim não foi aplicada análise estatística.

DISCUSSÃO O objetivo deste estudo foi avaliar radiograficamente o comportamento da crista óssea alveolar submetida à ostectomia durante cirurgia para recuperação de espaço biológico após 1,

Onze pacientes que precisavam de cirurgia para recuperação de espaço biológico na região de pré-molares e mesiais de primeiros molares participaram desta pesquisa.

Para estes pacientes,

foram confeccionados registros de mordida previamente à cirurgia,

a fim de viabilizar a subtração radiográfica,

possibilitando repetir a angulação das tomadas radiográficas antes (pré-cirúrgico),

imediatamente após (póscirúrgico imediato),

gerando radiografias interproximais as mais semelhantes possíveis.

Mesmo realizando o registro de mordida dos pacientes,

a angulação das tomadas radiográficas se tornou um desafio para a elaboração do estudo,

dificultando a comparação entre as imagens obtidas para os diferentes tempos de avaliação.

O uso do Adobe Photoshop,

embora estabelecido na literatura (CARVALHO et al.,

2009),

foi um fator limitador deste estudo,

em virtude da limitação da correção das distorções entre as radiografias.

Dos pacientes não considerados na pesquisa,

inviabilizando as radiografias subsequentes,

e 4 por desistência voluntária.

As dificuldades com o recrutamento e com o compromisso dos pacientes,

principalmente em virtude da duração do estudo,

resultando em um N bastante reduzido para as avaliações finais.

Brägger et al.

quando avaliaram as diferenças de densidade do osso alveolar após cirurgias para recuperação de espaço biológico e acesso cirúrgico para raspagem em imagens digitalizadas de radiografias padronizadas,

por um sistema denominado CADIA (Análise Densitométrica Computadorizada de Imagem),

um precursor da subtração radiográfica.

Nesse estudo,

os autores observaram que 69% dos sítios cirúrgicos apresentaram perda de densidade óssea 4 a 6 semanas após a realização de cirurgia periodontal,

independente da indicação (recuperação de espaço biológico ou acesso para raspagem) e da realização de ostectomia na crista óssea.

Porém,

indicando completa cicatrização da área.

No presente estudo,

embora a metodologia de análise do comportamento da crista óssea tenha sido diversa da empregada por Brägger et al.

(1988),

Essas observações confirmam os achados de Pennel et al.

(2003),

de que após a exposição da crista óssea pela elevação do periósteo,

há cerca de 1 mm de perda óssea.

A perda óssea pós-cirúrgica adicional é um achado até certo ponto desejável,