PDF- -o significado do toque para o fisioterapeuta que atua em ambiente - O SIGNIFICADO DO TOQUE EM ENFERMAGEM

DO TOQUE EM ENFERMAGEM José Manuel da Silva Vilelas Janeiro.

Professor na Escola Superior de Sa&u...

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O SIGNIFICADO DO TOQUE EM ENFERMAGEM José Manuel da Silva Vilelas Janeiro.

Professor na Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa.

RESUMO: O acto de tocar é considerado um meio de comunicação não verbal que deve ser utilizado nos cuidados de enfermagem.

Perante a doença os doentes apresentam-se extremamente fragilizados,

tanto física como emocionalmente,

pois existe uma exacerbação das suas necessidades,

dai a importância do toque na área da saúde.

O toque e a proximidade física são citados como as maneiras mais importantes de se comunicar com o doente e de demonstrar afecto,

segurança e valorização como ser humano.

O uso terapêutico das mãos é um acto humano e universal.

O uso das mãos ao contrário das máquinas ou instrumentos oferece ao doente um conforto físico com carinho.

as práticas de cuidados menos mecanizados e mais humanizados.

Palavras Chave: Comunicação

Toque

Cuidados de Enfermagem.

Abstract: The act of playing is considered a means of nonverbal communication to be used in nursing care.

Given the disease the patients have to be extremely vulnerable,

both physically and emotionally,

there is an exacerbation of their needs,

hence the importance of touch for health.

The physical proximity and touch are cited as the most important ways to communicate with the patient and to show affection,

safety and value as human beings.

The therapeutic use of hands is an act human and universal.

The use of the hands as opposed to the machines or instruments offers the patient a physical comfort with affection.

It is important to stress in nursing,

the practice of care less mechanized and more humanized.

Key Words: Communication

Touch

Nursing Cares

INTRODUÇÃO A comunicação é imprescindível no estabelecimento das relações interpessoais,

quer sejam saudáveis quer sejam doentes,

carece de competências comunicacionais que vão para além de boas palavras e bons registos.

A postura,

o tom de voz e a maneira de tocar o outro são algumas das muitas estratégias que temos para transmitir e receber informações.

As informações podem ser emitidas de maneira verbal,

que correspondem aos sons gerados pelo aparelho fonador,

ou seja tudo o que pode ter significado para o emissor e para o receptor da mensagem,

excepto as palavras em si mesmas (Silva,

1996).

Neste artigo vamos abordar o acto de tocar como comunicação não-verbal em enfermagem.

Quando o silêncio se torna importante na comunicação com o doente,

O toque é um comportamento que contem alguns elementos fundamentais para o desenvolvimento do ser humano,

Na doença,

carinho e valorização da pessoa e não apenas a sua doença (Montagu,

Davis,

Samarel,

Fawcett,

Davis,

O’Mathuna,

2003).

Muito embora,

saibamos que o toque no cuidar é um acto físico,

também estamos conscientes que ele pode transformar-se numa atitude de aproximação,

de solidariedade e de partilha de emoções.

Existem estudos com doentes tetraplégicos que,

ao serem tocados durante um longo tempo,

apresentam dilatação pupilar,

melhoria da saturação de oxigénio e estabilidade dos níveis tensionais (Bettinelli

Erdmann,

1998).

Outros autores demonstraram através dos seus estudos,

que o toque pode ser considerado uma terapia complementar que se tem revelado um excelente meio não-invasivo que o enfermeiro dispõe para promover o relaxamento,

reduzir a ansiedade e controlar a dor,

entre outros (Routasalo e Isola,

Bottorff,

2003).

Na vivência da dinâmica hospitalar observa-se que existe a automatização na prestação dos cuidados de enfermagem,

estando os profissionais pouco atentos às expressões de afectividade,

Julgamos que este artigo poderá ser um meio para os enfermeiros reflectirem sobre um instrumentos que dispõem para desenvolverem uma relação de ajuda com o doente.

A Enfermagem é uma profissão sobretudo humanista e não apenas tecnicista,

e a única maneira de aproximá-la cada vez mais do aspecto humano é através da comunicação,

esta possibilita a compreensão entre os seres humanos.

O toque é parte integrante desta comunicação.

O SIGNIFICADO DO TOQUE Este “toque de enfermagem” pode ser dividido em duas categorias de tocar : os necessários e os não necessários.

O toque necessário ou instrumental pode abranger procedimentos técnicos de enfermagem (Watson,

1975),

enquanto que o toque não necessário é definido como aquele que ocorre entre o enfermeiro e o doente de uma forma espontânea (Routasalo,

1996),

1975),

transportando conforto (Morse et al 1994) e tranquilidade (Teasdale,

1995).

Pode-se classificar o toque em: a) toque instrumental quando o contacto físico é intencional ou necessário para o desempenho de uma intervenção de enfermagem específica,

tais como: administrar terapêutica ou elaborar um penso operatório

b) toque afectivo ou expressivo,

é o contacto relativamente espontâneo,

não necessariamente relacionado com uma intervenção técnica de enfermagem,

que transmite sentimentos conscientes ou não

c) toque terapêutico baseia-se no princípio fundamental de que há uma energia universal,

que mantém todos os organismos vivos.

É dentro desta concepção energética da natureza que o toque terapêutico em enfermagem deve ser estudado e compreendido (Reisser,

Thayler,

Silva et al,

1991).

Sem menosprezar a importância do estudo do toque instrumental ,

podem ser utilizados pelos profissionais de saúde pois são estratégias de baixo custo que aumentam o bem estar do doente e a sua qualidade de vida (Heidt,

Le May,

Silva et al,

1991).

Segundo Siqueira e Cruz (2001),

o toque pode ser representado de muitas formas,

dependendo dos seguintes factores: a duração,

a) Duração do toque – é o tempo total no qual ocorre o episódio do toque

b) Localização do toque – refere-se às áreas e partes do corpo tocadas

c) Frequência do toque – é a quantidade de vezes que se toca

d) Acção do toque – é a velocidade com que nos aproximamos do outro para tocá-lo

e) Intensidade do toque – refere-se à pressão usada sobre a pele durante o toque e varia de acordo com a sensibilidade do local

f) Sensação provocada – é a interpretação do toque pelo corpo como agradável ou não.

Assim,

Boff (1999) afirma que o toque representa o modo de ser cuidado,

pois é uma mão revestida de paciência que toca sem agredir,

permitindo a mobilidade do ser que estamos em contacto.

Assim,

a mão de quem toca torna-se algo para além de uma simples mão,

pois no estabelecimento de relações transmite tranquilidade e carinho atingindo assim o eu profundo e não apenas a superfície da consciência.

Concordamos com Thomas e Carvalho (1999) que afirmaram que para acontecer uma relação enfermeiro/doente é necessário a predisposição dos dois seres humanos para concretizá-la,

indispensável que o enfermeiro e o doente queiram realmente tentar este contacto,

como um simples aperto de mão ou uma carícia.

A IMPORTÂNCIA DO TOQUE EM ENFERMAGEM

O uso do toque é um componente inerente à prestação de cuidados de enfermagem (Lawler,

1991).

Muitos estudos têm investigado o papel do toque na profissão de enfermagem a partir de diferentes perspectivas e salientaram a natureza complexa do toque como um meio poderoso de comunicação,

que é um aspecto central dos cuidados de enfermagem (Weiss,

1979,

Sims,

Brill e Kashurba,

Bottorff,

Barruel et al,

Chiu,

Anderson e Burkhammer,

2008).

Pratt e Mason (1981) sugerem que o toque é utilizado pela maioria das pessoas num ritual por forma a indicar a relação existente entre duas pessoas,

e exige um tipo de contrato entre as pessoas em causa.

Os enfermeiros têm a permissão da sociedade para violar as normas,

aparentemente porque tocam nos outros,

e por vezes de uma forma íntima,

para satisfazerem as necessidades dos destes (Estabrooks e Morse,

1992).

Tocar é tudo o que acontece entre um corpo e outro: aconchegar,

Também,

o toque pode ser visto de várias perspectivas,

mas principalmente como uma estratégia de cuidar que envolve a efectiva interacção entre o doente,

família e equipa multiprofissional (Figueiredo et.

1996).

Segundo Figueiredo et.

é imprescindível conhecê-lo e pensar na dimensão humana e espiritual dos sentidos.

Assim,

será possível entender que a prática do cuidar/cuidado envolve não só o tocar com as mãos,

o olhar e com os gestos corporais.

O toque exerce efeitos benéficos nas situações de medo e de stresse,

ou quando o doente se encontra numa situação da perda da identidade,

em doentes que necessitem de reforços positivos.

Por meio do toque,

os enfermeiros podem transmitir inúmeras mensagens: segurança,

1997).

Figueiredo et.

o qual oferece um determinado significado humano à pele,

tratando-se de uma acção que revela a dimensão da capacidade humana.

Da mesma forma os estímulos que são provocados trocam energias entre o cuidador e a pessoa que recebe esse cuidado e,

O mesmo autor afirma que através do toque começa o amor e a amizade.

Tradicionalmente,

os profissionais de enfermagem centram-se sobre o toque instrumental (Sims,

1986),

tal como ajudar o doente a alimentar-se ou a cumprir prescrições médicas.

Tais práticas são facilmente observadas e avaliadas,

através da ocupação quase permanente do enfermeiro durante o seu dia de trabalho.

A natureza da enfermagem tem tendência para presumir que estes tipos de actividades são tudo o que envolve a enfermagem.

Todavia,

é uma abordagem reducionista.

A enfermagem é sobretudo cuidar da pessoa de uma forma holística,

transbordando a essência clínica para as necessidades psicológicas e espirituais da pessoa cuidada.

Silva (1996) esclarece que cuidar de um doente não significa apenas tratá-lo fisicamente,

mas principalmente cuidar da sua identidade,

das suas dimensões psicossociais e psicobiológicas.

O cuidado é fundamental para a prática de enfermagem,

mas jamais foi tão importante como agora devido à actual conjuntura nas instituições de saúde.

A pressão e as limitações de tempo dos profissionais responsáveis pelos cuidados de saúde podem fazer com que os enfermeiros e outros profissionais responsáveis pelos cuidados de saúde se tornem frios e indiferentes às necessidades do doente.

Muitas vezes a utilização dos avanços tecnológicos direccionados para o diagnóstico e tratamento rápidos fazem com que os enfermeiros e outros prestadores de cuidado de saúde encarem a relação com o doente como menos importante.

Benner e Wrubel (1989) alertaram que os avanços tecnológicos podem ser perigosos se utilizados fora de um contexto de cuidado empático e humanizado.

Um enfermeiro que seja capaz de dedicar-se aos doentes de maneira afectiva e admitir o benefício terapêutico dos seus cuidados contribuirá eficazmente para a saúde e bem-estar dos doentes.

O contacto físico exercido numa sociedade é regido por um conjunto de normas comportamentais bem definidas,

que asseguram o papel do indivíduo e a situação em que este se insere (Pratt e Mason,

1981).

Jourard (1996) identificou a importância do tocar na sociedade Ocidental,

desde a infância até à velhice.

Contudo,

Day (1993) observou que,

enquanto os doentes mais jovens percepcionavam o toque como um aspecto positivo nos cuidados de enfermagem,

os doentes mais idosos manifestavam necessidade de toque apenas em determinadas situações específicas,

Tem sido sugerido por vários autores que a frequência da necessidade

reaparece mais tarde no indivíduo,

em condições de incapacidade e doença (Barnett,

1992).

Davidhizar e Giger (1997),

embora reconhecendo o papel importante que pode desempenhar o toque em enfermagem,

também salientaram que o valor do toque não era apreciado por todos os profissionais de saúde e indesejável por alguns doentes.

O toque e a falta de contacto são conceitos intrigantes e complexos,

porque o significado do toque varia de pessoa para pessoa e de uma situação para outra.

Os profissionais de saúde não devem esquecer que as suas mensagens não são interpretadas apenas pelo que falam,

mas também pela forma como se comportam.

Assim,

podemos tornar a nossa comunicação mais eficaz ao tomar consciência da importância da linguagem corporal,

principalmente no que diz respeito à proximidade,

CONSIDERAÇÕES FINAIS O papel do toque nos cuidados de enfermagem pode ser visto de várias perspectivas,

possuindo muitos propósitos dentro das interacções enfermeiro-doente sendo a comunicação,

possuindo um comportamento positivo que produz efeitos satisfatórios no doente.

O toque está entre as necessidades elementares para o desenvolvimento físico e mental saudável.

O acto de tocar ou ser tocado envolve a estimulação dos receptores cutâneos que transmitem mensagens para o cérebro que é interpretado pela pessoa,

possuindo um efeito positivo sobre as capacidades de percepção e cognição,

podendo influenciar parâmetros fisiológicos como a respiração e o fluxo sanguíneo.

A razão pela qual o toque é uma expressão tão emocional,

deve-se ao facto das pessoas frequentemente sofrerem pela sua ausência ou escassez e,

parecemos esquecer como o nosso agir “toca” a dignidade e a liberdade do outro.

Diariamente,

o excesso de rotinas para cumprir,

faz com que esqueçamos o essencial da nossa profissão: cuidar e provavelmente deixamos de ser enfermeiros e passamos a ser técnicos que prestamos tratamentos eficazes,

mas longe de serem humanizados.

Podemos afirmar que através do toque,

os enfermeiros podem claramente transmitir cuidados mais humanizados e apoiar os doentes e as suas famílias.

Através da compreensão do poder do toque nas interacções interpessoais,

os enfermeiros podem inseri-lo com sucesso nas suas intervenções e desenvolver as suas próprias competências,

incluindoo nos processos de comunicação.

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