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SPERO E ANGÚSTIA.

NA OBRA DE KIERKEGAARD.

Marcos da Silva e Silva*1.

Pontifícia Universidade Católica de...

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O SOFRIMENTO: PAIXÃO PELO PARADOXO DO ABSOLUTO DESESPERO E ANGÚSTIA NA OBRA DE KIERKEGAARD.

Marcos da Silva e Silva*1 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

(PUC-SP) [email protected]

Resumo Pretendemos abordar o conceito de Sofrimento,

apresentados nas obras de Sören Aabye Kierkegaard (1813 – 1855): O Desespero Humano (Doença Mortal) 1849,

e O Conceito de Angústia 1844.

A criação deste autor tem a necessidade de estar sempre presente.

A busca do conhecer,

nos põe no labirinto espelhado do conhecer-se e não perde-se no caminho do procurar-se.

Procurar-se é angustiar-se,

conhecer-se é desesperar-se frente ao sofrer.

O sofrimento humano suscita paixão e esta se relaciona ao patético e ao dialético na vida humana.

O patético está em primeiro lugar,

culmina a paixão pela felicidade eterna do homem em busca da interioridade existencial.

Neste sentido existir é encontrar-se vinculado ao Absoluto,

é uma condição necessária da qual não se pode escapar,

pois a impulsão que leva o homem a existir o leva a saltar,

a aceitar o sofrimento de forma absurda.

Discutir esses conceitos é tornar latentes os silêncios existências.

Por esse motivo buscamos um diálogo com Kierkegaard como possibilidade de aprofundar os debates sobre o sofrimento humano.

Palavras Chave: Sofrimento

Desespero

Angústia.

O Sofrimento: Paixão Pelo Paradoxo Do Absoluto.

O sofrimento humano suscita paixão e esta se relaciona ao patético e ao dialético na vida humana.

O patético está em primeiro lugar,

culmina a paixão pela felicidade eterna do homem em busca do Absoluto.

tal como a falta é intensificada,

acompanhado de angústia e tribulações”.

(PAULA,

2001,

119).

Trata-se de uma característica da interioridade existencial Assim se refere Kierkegaard:

Capítulo da dissertação de mestrado em Filosofia.

Assim,

o problema aqui tratado exige a interioridade existencial para agarrar o patético,

a paixão para agarrar o dialético,

e a paixão intensa pelo qual devemos existir nesta questão.

(KIERKEGAARD.

2008,

Pode-se dizer que o homem torna-se o caminho da afirmação de si,

o sofrimento conduz à subjetividade por meio da paixão pelo telos Absoluto sem temer o paradoxo da fé.

Porém,

“a fé é a paixão perseverante da existência no tempo”.

Valls faz a seguinte observação: Uma terceira possibilidade de se compreender a subjetividade é quando Climacus a define no interior da interioridade como verdade,

A subjetividade se traduz como paradoxo.

Segundo Kierkegaard: “o ápice da interioridade em um indivíduo é a paixão,

à paixão corresponde a verdade como paradoxo

o fato de que a verdade se torna paradoxo é fundado precisamente na relação com o sujeito existente”.

A paixão “é o máximo da subjetividade,” porém,

a mais alta paixão do homem é a fé.

(ALMEIDA,

2007,

A verdade como paradoxo é a paixão necessária para a subjetividade

isso acontece em diversos momentos da vida,

inseparável da existência do homem,

Este intermédio – o sofrimento – indica em quais momentos o indivíduo passa a existir mediante a paixão.

É um meio de comunicação com o paradoxo do Absoluto,

que intensifica a existência do homem em um sofrimento apaixonado.

Existem duas maneiras pelas quais o existente pode estar fora da existência que não levam à mediação.

Uma consiste em fazer a mediação de si mesmo,

adquirindo a indiferença e a ataraxia do cético.

A outra consiste em existir na paixão

o indivíduo recebe uma impulsão que o leva precisamente a existir.

(FARAGO.

2006,

173).

Neste sentido existir é encontrar-se vinculado ao Absoluto,

é uma condição necessária da qual não se pode escapar,

pois a impulsão que leva o homem a existir o leva a saltar,

a aceitar o sofrimento de forma absurda: A entrada de Deus no tempo,

pois a razão não consegue reunir a ideia de um Deus eterno com a figura deste servo humilde.

O princípio de identidade fracassa

Ante o paradoxo,

ante o “fato do Absoluto”,

que se serve dos sentidos para reconhecer o fenômeno,

não possui nenhum frente aos pósteros.

(KIERKEGAARD.

2008,

A existência que é mediada pela paixão,

a impulsão que leva o homem a existir não elimina o sofrimento,

como pontuamos o escândalo do Absoluto.

Assim,

o homem sofre por não compreender o paradoxo,

já que oscila por estar frente ao abismo:

nos fala Johannes Climacus: Consequentemente,

aqueles que se constroem sobre um paradoxo são,

e o conteúdo total das consequências,

que só se transmite ao indivíduo sob a concordância de que elas ocorrem em virtude do paradoxo,

é claro que não deve ser tomado como um bem estável,

(KIERKEGAARD.

2008,

Não obstante,

o paradoxo intensifica no homem a sua existência,

por ser a existência mediante a fé.

Sendo o sofrimento parte integrante da

e estando no momento paradoxal da fé,

o sofrimento é digno de respeito e,

O homem,

permanece um mistério inteligível,

porque o sofrimento é incomunicável e silencioso.

O Sofrimento Silencioso Como Paradoxo Da Comunicação Indireta: O Silêncio De Abraão,

Sinônimo Paradoxal Da Fé.

a existência de um terceiro estádio,

apresentada na seção do livro “Ou...Ou...”,

O estádio religioso,

o momento onde o sofrimento é intensificado,

implica uma devoção para com Deus,

por meio do silêncio e da solidão.

A solidão2 no sofrimento torna-se,

a partir das quais o filósofo desenvolve o sentido da subjetividade e da existência.

Apenas o sofrimento vivido continuamente força o homem a viver na solidão,

que o conduz a descobrir o valor de sua individualidade,

a reconciliação com ele mesmo a partir da reconciliação absoluta com Deus.

“Este pensamento que temos sempre vividamente frente a Deus,

pára a dúvida e apazigua sua inquietude

ele encoraja e leva à ação” (KIERKEGAARD.

2008,

E este ultimo desejo é decerto o melhor,

porque a solidão sent-se quando se ouve os outros afastarense .

No Don Juan a mais solitária das situações é a de Zerlina

Zeerlina não está só,

no progressivo desaparecimento desse som na distancia,

torna-se presente: vós Oito Caminhos,

haveis simplismente afastado de mim toda a gente,

e haveis-me restituído somente os meus próprios pensamentos.

KIERKEGAARD S.A.

In Vino Veritas.

Trad.José Miranda Justos.

Antígona.

2005.

como fato pessoal na existência,

o sofrimento parece ser algo quase inefável e incomunicável,

pois é uma comunicação orante,

A comunicação orante,

não se limita apenas àquele que ouve,

mas atinge a interioridade de quem fala

a oração silenciosa é a unificação da alma com a ação subjetiva e o Inteiramente Outro.

Parafraseando-se Farago,

pode se dizer o seguinte: “Assim,

a inabitação de Deus no silêncio,

a verdadeira oração se reduz a ‘ouvir’”.

A verdadeira oração nada tem a ver com o requerimento ou com a reivindicação.

O orante não é um mendigo.

Fitando o mistério com os próprios olhos da sombra,

faz-se receptivo ao eco da verdade,

que vai abrindo caminho no próprio coração do silêncio.

Vem a luz,

Esta é a “Palavra” de Deus,

para além dos sermões ou das tagarelices paroquiais,

que dá o tom exato à palavra humana que venha falar em seu Nome e lhe confere o princípio de sua compreensão.

Kierkegaard não ignora que é necessário,

sua imediatidade à qual se soma a inflação de uma repetição infindável,

para alcançar o seu referente infrassimbólico,

ouvir novamente o verbo inaudível aos surdos,

ver a luz invisível para os cegos de nascença que não querem a cura de sua cegueira.

Tudo se pode ouvir novamente.

A miséria do espírito pode recuar,

porque a fonte de vida comum a todos se deixa ouvir e tocar,

Somente estas núpcias do espírito com o silêncio de Deus permitem a cada pessoa nascer para sua mais profunda singularidade,

longe do mimetismo do rebanho,

que só produz artefatos de personalidade.

O silêncio é reunião,

sinal da síntese com gênese.

“Se você verdadeiramente unificou sua alma,

O silêncio permite pacificar as paixões muito perturbadoras,

que deixam o coração febril.

Cresce a tranquilidade à medida que cresce a sombra,

à medoda que cresce o silêncio: poderosa fórmula mágica

que coisa será tão inebriante como a tranquilidade

por mais depressa que o bebedor leve a taça a boca,

a sua embriaguez não cresce tão subtamente quanto a da tranquilidade que aumenta a cada segundo que passa

! E que é o conteúdo da taça embreagante senão uma gota em comparação com o infindável oceano de silêncio do qual bebo

! E o que é a infevescência do vinho senão miserável embuste em comparação com a fermetação do silêncio que ferve com vigor sempre maior

2005,

É a prece agônica que arranca do divertimento da contingência para enraizar no único necessário: a refontalização na origem que regenera as almas exangues ou agitadas.

A fé

232 surge,

a aventura da relação singular de si mesmo com Deus,

Assim é o sofrimento de Abraão,

onde Kierkegaard/Johannes de Silentio nos fala,

Nesse momento,

pois trata-se do salto da fé,

no limite entre o estádio ético e o estádio religioso,

um refúgio fora do sofrimento.

É mais do que um mero calar-se,

é uma comunicação da verdade,

a verdade que Abraão descobre no silêncio da subida do Monte Morija.

Abraão não pode falar,

porque se trata de uma relação pessoal do indivíduo com o Inteiramente Outro.

O sofrimento de Abraão é silencioso.

A atmosfera de “Temor e Tremor” retrata esse sofrimento pelos sacrifício de Isaac pelo seu pai Abraão e a caminhada silenciosa até a montanha de Morija.

O silêncio de Abraão não é um silêncio qualquer,

é o silêncio da escolha (KIERKEGAARD.

2008,

O que não se pode excluir neste

silêncio é o sofrimento que se comunica pela escolha que Abraão tem que fazer,

e isso implica uma certa medida de sofrimento,

é uma escolha que Abraão faz enquanto caminha na solidão do monte Morija.

Silêncio: Solidão Interior Não-Hermética.

O sofrimento emerge como sinônimo de desespero interior,

um estado de solidão interior,

mas que em seu princípio não é hermética,

pois não se encontra no desespero demoníaco,

O silêncio imposta-se na intensificação da possibilidade do indivíduo que escolhe por si,

que faz a sua escolha e só comunica-se de maneira silenciosa,

Exprime-se uma verdade interior,

de sofrimento ou de medo é o desespero silencioso.

Esta condição silenciosa torna o sofrimento do homem incomunicável,

pois não há linguagem e é uma comunicação indireta de uma interioridade ao Absoluto,

O silêncio é autocentrado,

sinônimo de uma solidão que escapa à alçada do outro.

Por outro lado,

muito frequentemente uma necessidade de solidão o invade,

tão vital para ele como respirar ou dormir.

Que ele tenha essa necessidade vital mais que as pessoas comuns,

é uma mostra de uma natureza mais profunda.

A necessidade de solidão é prova sempre em nós de espiritualidade e serve para medi-la.

(KIERKEGAARD,

2008,

a felicidade eterna é contemplada pelos amantes da solidão e o silêncio é o que conduz a esse encontro fora de si,

está fora de si porque é uma condição necessária para aceitar o sofrimento.

Pelo sofrimento,

o indivíduo revela-se num “outro” e,

Quanto mais profundo for o sofrimento pelo silêncio e pela solidão,

maior será a distância que nos separa do mundo para um duplo esforço: sair de si,

transcender-se como condição para regressar a si.

O descentrar-se,

mediado pelo silêncio e pela solidão,

configura um salto que só o indivíduo,

na constituição do seu “eu”,

Na realização do salto sou – não o mesmo,

mas um outro enriquecido por este esforço de interiorização.

O salto sucede a imanência do “eu”.

Mas o “eu” tende a desesperar-se,

ao “desespero demoníaco”.

Temos de deixar claro o que vem a ser o hermetismo,

para que este não seja confundido com o silêncio.

O Hermetismo: Desespero Demoníaco Kierkegaard compara o hermetismo a uma porta falsa,

atrás da qual nada existe e está cuidadosamente fechada.

É atrás dessa porta que o “eu” do desesperado se esconde e esse isolamento apresenta-se num duplo movimento: a recusa de ser si mesmo e o amor autodirecionado,

tal como Kierkegaard/Anti-Climacus diz: Esse desespero de um grau mais elevado que o anterior é daqueles que encontramos com menos frequência no mundo.

Esta porta condenada,

atrás da qual não havia nada mais que o Nada,

se ocupa e passa o tempo a negar de ser ele mesmo,

fazendo pouco caso de se amar.

É o que chamamos “hermetismo”,

do qual vamos nos ocupar agora,

este contrário do espontâneo puro,

que ele despreza por fraqueza intelectual.

(KIERKEGAARD,

2008,

Segundo Kierkegaard,

o desesperado está tão fechado em si mesmo que mantém todos à distância de seu “eu”.

Frequentemente,

experimenta um desejo de estar só,

Ele vive,

ainda que não sendo vividas para a eternidade,

têm a ver com o eterno: ele se ocupa da relação do seu eu consigo mesmo.

este homem não vai além disso,

porque o seu desejo de solidão não deve ser considerado como signo de um espírito mais profundo,

à companhia desses “tagarelas que nada têm de humano e só podem viver acompanhados”.

O seu hermetismo é orgulho,

o orgulho de desesperar da própria fraqueza.

O desespero hermético conserva-se no distanciamento do homem com seu próprio “eu”.

ainda que seja pouco refletido,

E nosso desesperado possui hermetismo suficiente para manter os importunos,

à distância dos segredos de seu eu,

sem perder o aspecto de um ser vivo.

(KIERKEGAARD,

2008,

411-412)

O hermetismo atinge o homem mais simples.

Caso esse homem,

não se ponha no caminho da fé,

ou se eleva em potência até uma forma mais alta em que continua a ser hermetismo,

destruindo o disfarce exterior sob o qual este desesperado viveu incógnito.

No primeiro caso,

quando o desespero se condensa,

e podemos ver a falsidade do desespero que se diz fraqueza

como é dialeticamente exato dizer que a primeira expressão do desafio é justamente o desespero a respeito de sua fraqueza.

No segundo caso,

ele se lançará na existência,

distraindo-se com grandes empreendimentos e se tornará um espírito inquieto em busca do esquecimento,

ou buscará o esquecimento na sensualidade,

mas sempre com a consciência do “eu” que ele não quer ser.

Se esse desesperado mantém seu hermetismo intacto,

o perigo iminente é o suicídio.

Ou seja,

o de não aceitar o sofrimento.

Se ele possuir um só confidente,

experimentará tal alívio que haverá probabilidade de se evitar o suicídio.

pode acontecer que a confidência dê lugar ao desespero e,

lhe parecerá que teria sido melhor o silêncio: Mas,

lancemos um último olhar no fundo deste taciturno,

não faz se não pisar em sua taciturnidade.

Se ele a mantém intacta,

o suicídio é seu primeiro risco.

O comum dos homens não tem naturalmente a menor desconfiança do que um tal hermético pode suportar

eles ficariam estupefatos de o saber.

Tanto isso é verdade que ele se arrisca ao suicídio,

Que ele diga a alguém o contrário,

que o suicídio deixa de ser a saída do hermetismo.

Um confidente já,

é suficiente para abaixar em um tom o hermetismo absoluto.

O suicídio tem chances,

Mas a própria confidência pode mesmo dar lugar ao desespero,

teria sido infinitamente melhor suportar a dor de se calar,

Temos exemplos de herméticos levados justamente ao desespero pelo fato de terem tido um.

O suicídio pode,

(KIERKEGAARD,

2008,

o seu sofrimento não pode ser comunicado,

Esse hermetismo é diferente de um poeta.

Para um poeta,

essa contradição dolorosa de um

incapaz tanto de ter um confidente quanto de passar sem ele,

poderia expressar-se no tema do déspota demoníaco que mataria,

A revelação de seu segredo causaria angústia,

a angústia estaria mascarada em suas revelações,

seu sofrimento é agora visto,

Toda a interiorização conduz ao aprofundamento e este só é possível porque o mundo nos angustia.

Mas não são as ideias que permitem acender a esta interiorização,

Talvez nenhuma outra coisa exija ao mesmo tempo tanto como ele – na sua realidade subjetiva a ser tratada,

dando ao problema uma forma explícita.

É daí que a seu respeito se levantem questões de fundo e que para estas se procure uma resposta.Assim,

como é tratado de uma maneira subjetiva,

não é determinado por um tempo ou estágio de tempo,

pois é inerente à temporalidade,

“é a interioridade no homem”,

O homem que não entende o seu sofrimento,

mesmo que seja de maneira poética,

que busca satisfação estética,

descobre-se numa autorrealização efêmera.

Nela,

o indivíduo não tem consciência de seu sofrimento,

ludibriado por uma felicidade imediata e poética que camufla o pathos do sofrimento.

tentar perseverar no sofrimento,

a fim de se encontrar por meio dele e não fazer como o poeta que cria obras pelo sofrimento sem,

assumir o dever de se compreender por meio dele.

Sob esse ângulo,

uma fuga diante do sofrimento”.

Ainda,

no post-scriptum aux Miettes philosophiques,

o poeta não se deixa influenciar por sua própria produção poética,

esta de acordo do ponto de vista estético

a produção poética e a possibilidade são o plano mais elevado.

é ao contrário da mais extrema importância,

a vida do poeta é completamente indiferente,

enquanto que sua própria existência deve ser o que há de mais importante para ele.

(KIERKEGAARD,

2008,

329-330)

O sofrimento humano pode ser explorado de modo mais amplo a partir da tragédia,

pois não se prende ao hermetismo e,

e em certa medida até o nosso tempo,

foi a forma objetiva de comunicar o sofrimento,

e da maneira como ele se propagou no decorrer da história,

tendo em vista que o sofrimento ganha um sentido frio frente a ação humana.

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Ou Bien ou Bien.

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O sol voltará a brilhar?

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